Além de monitorar atividades físicas, wearable pode melhorar a qualidade de vida de pacientes com epilepsia

O Embrace, desenvolvido por uma professora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é capaz de prever a possibilidade de uma convulsão
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Tim - epilepsia
Divulgação
por Rolling Stone/Oferecimento TIM
16 de Maio de 2016 às 11:07

Estima-se que, atualmente, 65 milhões de pessoas no mundo vivam com epilepsia, uma doença na maioria das vezes controlável, porém sem cura. O paciente com epilepsia pode ter convulsões (de diferentes intensidades) repentinas, sem que haja um motivo aparente. Por isso, é muito difícil prever quando um desses eventos vai ocorrer, o que costuma ser bastante preocupante para os familiares.

O wearable Embrace é algo revolucionário para essas pessoas: parece com um relógio, mas na verdade é um sensor multifuncional. Além de monitorar o sono, atividades físicas e níveis de estresse, ele detecta, através da pele, dados que indicam que o paciente pode estar prestes a ter uma convulsão. E, então, vibra, avisando o usuário; também envia mensagens para os familiares.

Apesar da existência de medicamentos, impedir que uma convulsão prestes a acontecer se materialize nem sempre é possível. No entanto, se o doente sabe que ela pode ocorrer em breve, é capaz de tomar atitudes preventivas para sua segurança. Se estiver, por exemplo, na rua, pode entrar rapidamente em um táxi, para se prevenir de cair em uma via onde estão passando veículos.

Mais de 500% da cota pedida pelos criadores do Embrace no site IndieGogo, em 2015, foi atingida. Agora, o produto pode ser adquirido no site oficial. Criado por Rosalind Picard – professora no MIT, um dos principais institutos de tecnologia no mundo –, o Embrace pode ser usado por qualquer pessoa, já que também serve como um monitor de atividades físicas como os que costumamos ver no mercado.

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