Playlist: completando 30 anos, Lady Gaga foi de diva pop a indicada ao Oscar

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Lady Gaga faz versão emocionante do hino nacional americano no Super Bowl
Reprodução
por ROLLING STONE/OFERECIMENTO TIM
28 de Março de 2016 às 09:00

Lady Gaga já fez tanta coisa que nem parece que só agora chega a três décadas de vida, completadas nesta segunda, em 28 de março. A cantora, compositora e atriz (ganhadora do Globo de Ouro pelo atuação na série American Horror Story: Hotel) foi de diva pop e cantora de jazz a indicada ao Oscar com a música que faz, como é possível ouvir na playlist a seguir.

“Paparazzi”
Quando saiu o último single do primeiro disco de Lady Gaga, The Fame (2008), ela já estava no topo da cadeia sonora da cultura pop. O clipe da faixa deu início a uma nova fase para ela do ponto de vista videográfico, com trabalhos mais elaborados.

“Telephone” (com Beyoncé)
Se a expressão “quebrar a internet” já fosse moda, teria sido aplicada à exaustão a esse vídeo. Em um curta-metragem de nove minutos e meio, Gaga e Beyoncé se reúnem para uma história de vingança. No início do clipe, há até uma alusão ao boato da época, de que Gaga seria “hermafrodita”, termo antes usado para designar intersexuais. Assim como em “Paparazzi”, a direção ficou a cargo de Jonas Akerlund.

“Just Dance”
O primeiro hit de Gaga ficou meses no topo das paradas e apresentou a moça ao mundo. Foi a partir daí que as pessoas começaram a se perguntar quem era a cantora.

“Poker Face”
Quem saiu para a balada em 2009/2010 e não fez coreografia durante “Porker Face”, que atire o primeiro maxi colar.

“Born This Way”
O segundo disco de Gaga, The Fame Monster (2009), foi uma versão estendida do primeiro trabalho. Portanto, essa canção, faixa-título do terceiro disco, era extremamente aguardada. Elton John a louvou, assim como a comunidade gay de fãs de Gaga. Quem não gostou foi Madonna, que junto aos fãs apontou semelhanças com “Express Yourself” (1989).

“Bloody Mary”
No terceiro disco, Gaga fez diversas referências à igreja católica (mais um motivo para os fãs de Madonna a criticarem). Nessa, além de “Mary” (Maria) no título, há um coral. O canto? “Gaga”, repetidas vezes. Pode parecer egocêntrico, mas a canção é boa.

“The Edge of Glory”
Com um refrão crescente, “The Edge of Glory” tem um solo de saxofone de Clarence Clemons. O músico, integrante da E Street Band, de Bruce Springsteen, morreu poucos meses depois.

“The Lady Is a Tramp” (com Tony Bennett)
Você pode detestar o trabalho de Gaga, mas algo é inegável: ela sabe cantar e tem uma voz poderosa. Com essa parceria de 2011 com o mestre Tony Bennett, Gaga provou isso aos detratores. Foi a fagulha para um álbum completo com o crooner, Cheek to Cheek (2014).

“Applause”
Gaga alcançou um ponto muito alto na carreira, o que faz com que as expectativas sejam altas a cada lançamento. O primeiro single de Artpop (2013) manteve a fórmula dançante e fez sucesso, mas a recepção passou longe da registrada pelos singles antecessores. O mesmo se aplicou ao álbum como um todo, que acabou dando origem a apenas três canções de trabalho (seguiram-se “Do What U Want” e “G.U.Y.”).

“Til It Happens to You”
A belíssima faixa do documentário The Hunting Ground, sobre estupros em universidades nos Estados Unidos, foi indicada ao Oscar 2016. A apresentação da cantora na premiação, ao lado de vítimas desse crime, foi de arrepiar.

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