Playlist: relembre o lado mais pop de Rihanna

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Rihanna
Andy Kropa/AP
por Rolling Stone/Oferecimento TIM
29 de Abril de 2016 às 09:00

Anti, o mais recente disco de Rihanna, é bem diferente dos trabalhos anteriores da cantora: menos canções dançantes, mais hip-hop, trap e R&B distanciados das pistas. É uma ótima e surpreendente coleção de canções (talvez a melhor da carreira de Rihanna), mas deixou uma parcela dos fãs sentindo falta da veia mais pop da cantora. Se você faz parte desse grupo, dê o play na lista de canções a seguir, um resumo de algumas das faixas mais radiofônicas da artista.

“Umbrella”
A canção tocou por todos os cantos por um longo período: saiu em 2007, mas seguiu como uma das mais ouvidas das rádios por boa parte de 2008. Foi um ponto de virada na carreira de Rihanna. Com a ajuda de Jay Z – que coescreveu e canta na faixa –, ela começou a de fato mostrar que era uma artista pop de personalidade, depois de dois discos lançados sem muito alarde.

“Shut up and Drive”
Good Girl Gone Bad (o terceiro álbum da cantora, de onde saiu “Umbrella”) rendeu cinco singles, e esse foi o segundo deles. Com guitarras destacadas e uma vibração mais roqueira, manteve o nome da cantora circulando para além de “Umbrella”.

“Russian Roulette”
Gradativamente, Rihanna foi nos dando pistas de que a imagem de boa moça que imperou em seus dois primeiros álbuns (Music of the Sun, de 2005, e A Girl Like Me, de 2006) era só fachada. A primeira música de trabalho do quarto CD, Rated R (2009) foi nessa direção: uma canção sombria cujo clipe envolve um casal jogando o perigoso roleta russa. Houve quem dissesse que a faixa tinha ligação com o episódio em que Chris Brown agrediu a cantora fisicamente (ele foi condenado na justiça pelo caso).

“Rude Boy”
Mostrando seu agora já bem documentado gosto por ritmos jamaicanos, Rihanna lançou esse dancehall pop acompanhado de um clipe bastante colorido (em certos momentos, com as cores vermelha, amarela e verde juntas, usadas comumente para representar o rastafarianismo). O termo “rude boy” vem da cultura de rua da Jamaica.

“Cheers (Drink to That)”
Uma curiosidade sobre essa ode à festa: Avril Lavigne é uma das coautoras. E o estridente “yê yê” que ouvimos na canção de Rihanna é um sample de “I’m With You”, de Avril.

“Man Down”
A mistura de reggae e ragga tem Rihanna colocando para fora todo seu sotaque da região do Caribe (ela nasceu em Barbados). Esse inglês diferenciado seria usado por ela em outras ocasiões, inclusive em “Work”, primeiro single de Anti.

“What’s My Name?”
Uma canção de ritmo mais lento, a primeira parceria da cantora com o rapper canadense Drake (que também participa de “Work”) chegou ao segundo lugar da parada dos Estados Unidos.

“S&M”
Para quem ainda tinha dúvidas, “S&M” provou: Rihanna está mais preocupada em se divertir e fazer o que lhe der na telha do que em receber a aprovação de quem quer que seja. O clipe tem várias referências a fetiches e sadomasoquismo (“S&M” é uma sigla para o termo) e foi inclusive banido em alguns países. Note: o homem que aparece levado por Rihanna em uma coleira é o blogueiro de celebridades Perez Hilton.

“We Found Love”
Entre 2011 e 2012, o DJ e produtor Calvin Harris atingiu picos de popularidade com um hit atrás do outro (fosse um hit próprio ou uma colaboração, caso dessa canção lançada no disco Talk That Talk, de Rihanna). “We Found Love” foi composta e produzida por Harris.

“Pour It Up”
Anti só saiu em janeiro em 2016, sendo que “Pour It Up” foi lançada no disco Unapologetic (2012). Mas dá pra fazer uma ponte entre essa faixa (menos pop, com elementos de trap e hip-hop) e o último álbum de Rihanna.

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