Quilha tecnológica permite que surfistas ajudem a coletar dados sobre o mar

A ideia da Smartfin é mapear e registrar alterações causadas pelo aquecimento global
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TIM - Surf
Divulgação
por ROLLING STONE/OFERECIMENTO TIM
29 de Fev. de 2016 às 11:07

O aquecimento global tem provocado mudanças nos oceanos, e robôs altamente capacitados ajudam o homem a entender melhor essas alterações. No entanto, o foco do uso dessas máquinas costuma ser em regiões de grande profundidade – até agora a coleta de dados sobre a superfície dos mares e sobre áreas mais próximas à costa não tem sido suficientemente vasta. A Smartfin pretende mudar esse panorama.

Esse é o nome dado a uma quilha tecnológica para pranchas de surfe. Engajado em causas ambientais, o professor de neurologia Andrew Stern criou o conceito da quilha, e colocou-o em prática com ajuda de engenheiros apaixonados pelo esporte. O objeto registra dados como o PH da água, temperatura, salinidade e características das ondas, aspectos que são diretamente influenciados pelas mudanças climáticas. Tudo vai direto para o celular e, depois, é compartilhado com o banco de dados do projeto.

Os norte-americanos da ONG Lost Bird, dirigida por Stern, são responsáveis pela iniciativa, em parceria com o instituto de pesquisas Scripps Institution of Oceanography. A quilha pode ser usada em pranchas comuns, ajudando assim a mapear os efeitos do aquecimento global nas partes dos oceanos que ficam mais perto dos continentes. Para saber mais, acesse o site oficial. O vídeo abaixo (em inglês) mostra o dispositivo em ação:

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