Rolling Stones: dez clássicos que devem ser ouvidos nos shows pelo Brasil

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Rolling Stones
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por ROLLING STONE/OFERECIMENTO TIM
19 de Fev. de 2016 às 09:09

Os Rolling Stones voltam ao Brasil depois de 10 anos para o que pode ser a última passagem da banda pelo país, já que os integrantes passam dos 70 anos de idade e não costumam excursionar com tanta intensidade como faziam no passado. Celebrando a chegada da banda, reunimos algumas canções que muito provavelmente farão parte do set list dos shows por aqui, no Rio de Janeiro, em São Paulo e Porto Alegre.

“Tumbling Dice” (1972)
É a melhor faixa de Exile on Main St. (1972), que por sua vez é um dos álbuns mais clássicos dos Stones. Gravada na mansão no sul do França em que a banda se enfurnou para compor o disco, no original ela traz Jagger na guitarra e o ex-guitarrista Mick Taylor no baixo, já que o então baixista, Bill Wyman, não estava presente.

“Happy” (1972)
Esta canção (também lançada em Exile on Main St.) marca um dos momentos do show em que Keith Richards costuma assumir os vocais. O mesmo ocorre em “You Got the Silver”.

“It's Only Rock 'n Roll (But I Like It)” (1974)
Jagger contou que escreveu a canção (com a ajuda de Ron Wood e Richards) como uma crítica aos jornalistas. Segundo o vocalista, a banda estava cansada de, a cada lançamento, ouvir que o disco
anterior era melhor. Então, eles vieram com a resposta: “É apenas rock and roll (mas eu gosto)”. Nós também.

“Honky Tonk Women” (1969)
Jagger e Richards escreveram essa letra no Brasil, quando passaram uma temporada na cidade de Matão, interior de São Paulo, entre o fim de 1968 e o início de 1969. Ela primeiramente foi lançada em uma versão acústica no disco Let It Bleed (1969), e só depois saiu em single na versão que virou hit.

“Midnight Rambler” (1969)
Um dos pontos altos das apresentações dos Stones, foi feita tendo como inspiração o serial killer Albert DeSalvo, que matou treze mulheres por estrangulamento em Boston, entre os anos de 1962 e 1964. Jagger toca gaita no palco.

“Miss You” (1978)
Sexy e apaixonante, muito por conta da gaita registrada em estúdio pelo blueseiro Sugar Blues. A linha de baixo puxa o balanço do groove contido e irresistível da canção.

“Gimme Shelter” (1969)
Os riffs de blues compostos por Richards casam perfeitamente com a letra apocalíptica de Jagger. É o caos resumido em uma das melhores canções dos Stones, uma faixa que, além do som de Nova Orleans, traz toques de soul e gospel nos vocais femininos de apoio.

“Sympathy for the Devil” (1968)
“Whoo-whoo”, “whoo-whoo”. Ouça uma vez e passe horas com esses vocais na mente. Os Stones, que no final da década de 1960 já eram tidos como um perigo à moral e aos bons costumes, abraçaram a má fama ao cantar sobre o diabo, segundo a letra, “um homem de riqueza e bom gosto”. A percussão é outro ponto marcante.

“(I Can't Get No) Satisfaction” (1965)
Não existe no mundo do rock and roll um riff de guitarra que seja tão inesquecível quanto o desta canção. Para quem ama o gênero, assistir a vídeos dos Stones tocando-a ao vivo (especialmente o do show em Copacabana, em 2006, para mais de um milhão de pessoas), é de arrepiar os pelos do corpo. Os grupo costuma encerrar os shows com ela.

“Start Me Up” (1981)
Dona de outro riff inconfundível, “Start Me Up” nasceu em meados dos anos 1960 como um reggae, e só mais tarde virou a faixa que conhecemos hoje. Foi o maior sucesso dos Stones na década de 1980.

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