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Everything Was Beautiful, and Nothing Hurt

Moby

Everything Was Beautiful, and Nothing Hurt Mute
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por Paulo Cavalcanti
20 de Março de 2018
Em 1919, o poeta irlandês W.B. Yeats escreveu The Second Coming, que reportava ao clima de dissipação e incerteza na Europa pós-Primeira Guerra Mundial. Moby, usando os preceitos de Yeats, elaborou em Everything Was Beautiful, and Nothing Hurt uma cartilha para os tempos complicados de hoje. Mais atmosférico e cerebral do que dançante, o álbum faz bom uso da voz sussurrada e pequena do DJ. A orquestrada “The Ceremony of Innocence” já vale a entrada nesse mundo pessimista de Moby.