Os 100 maiores guitarristas de todos os tempos

  • 100
  • 99
  • 98
  • 97
  • 96
  • 95
  • 94
  • 93
  • 92
  • 91
  • 90
  • 89
  • 88
  • 87
  • 86
  • 85
  • 84
  • 83
  • 82
  • 81
  • 79
  • 78
  • 77
  • 76
  • 75
  • 74
  • 73
  • 72
  • 71
  • 70
  • 69
  • 68
  • 67
  • 66
  • 65
  • 64
  • 63
  • 62
  • 61
  • 60
  • 59
  • 58
  • 57
  • 56
  • 55
  • 54
  • 53
  • 52
  • 51
  • 50
  • 49
  • 48
  • 47
  • 46
  • 45
  • 44
  • 43
  • 42
  • 41
  • 40
  • 39
  • 38
  • 37
  • 36
  • 35
  • 34
  • 33
  • 32
  • 31
  • 30
  • 29
  • 28
  • 27
  • 26
  • 25
  • 24
  • 23
  • 22
  • 21
  • 20
  • 19
  • 18
  • 17
  • 16
  • 15
  • 14
  • 13
  • 12
  • 11
  • 10
  • 9
  • 8
  • 7
  • 6
  • 5
  • 4
  • 3
  • 2
  • 1
32

Billy Gibbons

  • Imprimir
Reprodução/ Site oficial

Billy Gibbons era um guitarrista a ser reconhecido muito antes de deixar aquela épica barba crescer. Em 1968, sua banda de garagem psicodélica, Moving Sidewalks, abriu no Texas para o Jimi Hendrix Experience. De acordo com as histórias locais, Hendrix ficou tão impressionado com a facilidade e a potência de Gibbons que deu ao jovem guitarrista uma Stratocaster cor-de-rosa de presente. Gibbons desde então descreve o que toca com seu trio de quatro décadas, ZZ Top, como “bater na prancha”. No entanto, do boogie muscular de “La Grange” e do shuffle descompassado e retorcido de “Jesus Left Chicago” aos sucessos dos anos 80 “Legs” e “Sharp Dressed Man”, o estilo de Gibbons na guitarra tem sido religiosamente fiel, em seu ataque trovejante e concisão melódica, a seus antecessores texanos (Freddy King, Albert Collins) e à carga elétrica do Delta de Muddy Waters.

PRINCIPAIS FAIXAS “Jesus Left Chicago”, “La Grange”

Pular para: