Os 100 maiores guitarristas de todos os tempos

  • 100
  • 99
  • 98
  • 97
  • 96
  • 95
  • 94
  • 93
  • 92
  • 91
  • 90
  • 89
  • 88
  • 87
  • 86
  • 85
  • 84
  • 83
  • 82
  • 81
  • 79
  • 78
  • 77
  • 76
  • 75
  • 74
  • 73
  • 72
  • 71
  • 70
  • 69
  • 68
  • 67
  • 66
  • 65
  • 64
  • 63
  • 62
  • 61
  • 60
  • 59
  • 58
  • 57
  • 56
  • 55
  • 54
  • 53
  • 52
  • 51
  • 50
  • 49
  • 48
  • 47
  • 46
  • 45
  • 44
  • 43
  • 42
  • 41
  • 40
  • 39
  • 38
  • 37
  • 36
  • 35
  • 34
  • 33
  • 32
  • 31
  • 30
  • 29
  • 28
  • 27
  • 26
  • 25
  • 24
  • 23
  • 22
  • 21
  • 20
  • 19
  • 18
  • 17
  • 16
  • 15
  • 14
  • 13
  • 12
  • 11
  • 10
  • 9
  • 8
  • 7
  • 6
  • 5
  • 4
  • 3
  • 2
  • 1
46

Jerry Garcia

  • Imprimir





Por Carlos Santana

A maioria das pessoas que toca blues é muito conservadora. Elas permancem de uma certa maneira. Jerry Garcia pintava fora da moldura. Tocava blues, mas o misturava com bluegrass e Ravi Shankar. Tinha country e música espanhola ali. Havia muito de Chet Atkins nele – subindo e descendo as palhetas. É como colocar contas em um cordão, em vez de jogá-las pela sala. Jerry tinha uma noção tremenda de propósito. Quando você pega um solo, decide o que dizer, chega lá e o dá para o próximo cara. É como Jerry trabalhava no Dead. Era o sol do Grateful Dead – a música que a banda tocava era como planetas que orbitavam em volta dele. Não era nada superficial. Sempre foi muito divertido tocar com ele, porque era muito acolhedor. Subia e descia; eu ia para a esquerda e direita, e sabia que ele gostava disso, porque o Dead sempre me convidava de volta.

PRINCIPAIS FAIXAS “Dark Star”, “Sugaree”, “Casey Jones”

Pular para: