Os 100 maiores guitarristas de todos os tempos

  • 100
  • 99
  • 98
  • 97
  • 96
  • 95
  • 94
  • 93
  • 92
  • 91
  • 90
  • 89
  • 88
  • 87
  • 86
  • 85
  • 84
  • 83
  • 82
  • 81
  • 80
  • 79
  • 78
  • 77
  • 76
  • 75
  • 74
  • 73
  • 72
  • 71
  • 70
  • 69
  • 68
  • 67
  • 66
  • 65
  • 64
  • 63
  • 62
  • 61
  • 60
  • 59
  • 58
  • 57
  • 56
  • 55
  • 54
  • 53
  • 52
  • 51
  • 50
  • 49
  • 48
  • 47
  • 46
  • 45
  • 44
  • 43
  • 42
  • 41
  • 40
  • 39
  • 38
  • 37
  • 36
  • 35
  • 34
  • 33
  • 32
  • 31
  • 30
  • 29
  • 28
  • 27
  • 26
  • 25
  • 24
  • 23
  • 22
  • 21
  • 20
  • 19
  • 18
  • 17
  • 16
  • 15
  • 14
  • 13
  • 12
  • 11
  • 10
  • 9
  • 8
  • 7
  • 6
  • 5
  • 4
  • 3
  • 2
  • 1
35

John Lee Hooker

  • Imprimir
Reprodução/Site Oficial

“Não toco muita guitarra bonita”, disse uma vez John Lee Hooker. “O tipo de guitarra que quero tocar é bem malvada.” O estilo de Hooker não poderia ser definido como urbano ou country blues – era algo totalmente próprio, misterioso, cheio de funk e hipnótico. Em clássicos monumentais como “Boogie Chillen”, “Boom Boom” e “Crawlin’ King Snake”, ele aperfeiçoou um groove arrastado e monotônico, frequentemente em batidas de tempo idiossincráticas e preso em um único acorde, com uma potência atemporal. “Era retrô mesmo em sua própria época”, disse Keith Richards. “Até Muddy Waters era sofisticado perto dele.” Hooker foi uma figura crucial na explosão do blues dos anos 60; seu boogie se tornou a base para boa parte do som inicial do ZZ Top; suas músicas foram gravadas por todos, de Doors a Bruce Springsteen; e, mais tarde, bem depois dos 70 anos, ele ganhou quatro Grammys nos anos 90.

PRINCIPAIS FAIXAS “Boogie Chillen”, “Boom Boom”, “I’m in the Mood”