Os 100 maiores guitarristas de todos os tempos

  • 100
  • 99
  • 98
  • 97
  • 96
  • 95
  • 94
  • 93
  • 92
  • 91
  • 90
  • 89
  • 88
  • 87
  • 86
  • 85
  • 84
  • 83
  • 82
  • 81
  • 79
  • 78
  • 77
  • 76
  • 75
  • 74
  • 73
  • 72
  • 71
  • 70
  • 69
  • 68
  • 67
  • 66
  • 65
  • 64
  • 63
  • 62
  • 61
  • 60
  • 59
  • 58
  • 57
  • 56
  • 55
  • 54
  • 53
  • 52
  • 51
  • 50
  • 49
  • 48
  • 47
  • 46
  • 45
  • 44
  • 43
  • 42
  • 41
  • 40
  • 39
  • 38
  • 37
  • 36
  • 35
  • 34
  • 33
  • 32
  • 31
  • 30
  • 29
  • 28
  • 27
  • 26
  • 25
  • 24
  • 23
  • 22
  • 21
  • 20
  • 19
  • 18
  • 17
  • 16
  • 15
  • 14
  • 13
  • 12
  • 11
  • 10
  • 9
  • 8
  • 7
  • 6
  • 5
  • 4
  • 3
  • 2
  • 1
42

Mike Bloomfield

  • Imprimir
Reprodução/Site Oficial

Ele não teve chance de expandir a missão de sua alma, mas os poucos álbuns nos quais tocou são o suficiente”, diz Carlos Santana, referindo-se à morte de Mike Bloomfield em 1981, por overdose aos 37 anos, e às gravações essenciais que deixou para trás. Bloomfield ajudou Bob Dylan a ficar “elétrico” com seu trabalho em Highway 61 Revisited (as espirais para o céu em “Like a Rolling Stone” são de Bloomfield) e nos dois álbuns com a Paul Butterfield Blues Band, incluindo o monstro do raga-blues East-West, de 1966. Nascido em Chicago, Bloomfield estudou as lendas locais como Muddy Waters e Howlin’ Wolf de perto quando era garoto, e juntou essas lições em um timbre agudo limpo e preciso, e solos que decolaram com o êxtase fluido do jazz modal. “Michael sempre soava como um salmão indo contra a corrente”, afirma Santana. “Ele vem de B.B. King, mas foi para outro lugar.”

PRINCIPAIS FAIXAS “East-West”, “Like a Rolling Stone”

Pular para: