Apneia do sono contribuiu para a morte de Carrie Fisher, segundo médico legista

Acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas artérias e “uso de múltiplas drogas” também foram fatores que levaram ao ataque cardíaco
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por Rolling Stone EUA
19 de Junho de 2017 às 13:18

Um relatório do médico legista sobre a morte de Carrie Fisher determinou que “apneia do sono e outros fatores” causaram o ataque cardíaco na atriz de Star Wars alguns dias antes da morte dela, em 27 de dezembro.

O departamento legista da polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, acrescentou na última sexta, 16, que a aterosclerose no coração – acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas artérias – também contribuiu para a morte de Carrie, mas a causa exata do ataque cardíaco que ela teve durante um voo para Los Angeles continua indeterminada.

Além disso, um relatório médico – o resultado de uma autópsia conduzida três dias após a morte da atriz – revelou sinais do “uso de múltiplas drogas” por volta do horário da morte, mas não foram divulgadas quais as drogas, especificamente.

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Em um comunicado divulgado após o novo relatório do departamento legista, o irmão de Carrie, Todd Fisher, disse não estar "surpreso pela saúde dela ter sido parcialmente afetada pelas drogas”, acrescentando que a irmã dependia de várias medicações vendidas apenas com receita por conta de distúrbios psicológicos.

Todd Fisher ainda disse que vários fatores – incluindo o hábito de fumar, uso de drogas no passado e medicações atuais – poderiam ter contribuído para a morte da atriz aos 60 anos.

Em um comunicado separado (via CNN), a filha de Carrie, Billie Lourd, falou sobre o relatório: “Minha mãe lutou contra o vício em drogas e transtornos psicológicos durante a vida inteira. Ela acabou morrendo por causa disso. Ela fazia questão de falar abertamente sobre os estigmas sociais acerca dessas doenças. Eu conheço a minha mãe, ela gostaria que a morte dela encorajasse as pessoas a se abrirem sobre seus problemas. Procurem ajuda, lutem por financiamento do governo em programas para saúde mental. A vergonha e esses estigmas sociais são os inimigos do progresso em direção a soluções e, como resultado, uma cura”.

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