Emanuelle Araújo celebra o dia de Iemanjá com videoclipe; veja em primeira mão “Céu Azul”

A canção faz parte do álbum solo de estreia da cantora baiana, O Problema é a Velocidade
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por Redação
2 de Fev. de 2017 às 10:00

Nesta quinta-feira, 2, comemora-se o Dia de Iemanjá. Para cravar a data, a cantora e atriz Emanuelle Araújo lança o videoclipe da faixa “Céu Azul”, que encerra o primeiro disco solo dela, O Problema é a Velocidade. Escrita por Márcio Mello, a produção audiovisual da canção ficou a cargo do diretor Felipe Flores, da produtora Flores & Filmes.

“Como boa baiana, tenho uma relação muito forte com Iemanjá”, disse a artista, que é oriunda de Salvador. “Filmei esse clipe no ano passado. Estava esperando uma hora que fosse oportuna e tivesse uma energia igual a do clipe e da música.”

Além do trabalho como cantora, Emanuelle se prepara para a estreia do filme Bingo, o Rei das Manhãs, baseado na vida do palhaço Bozo. No longa, a baiana encarna a dançarina e cantora Gretchen. “Hoje em dia tem muita expectativa, muita cobrança, mas faço tudo com tranquilidade, porque sou focada, sou meio treinada para isso”,
explicou ela em entrevista à Rolling Stone Brasil.

Ela também acrescentou que o“treino” para suportar a demanda artística inclui sessões diárias de meditação. “Eu tenho uma relação com ioga, budismo e meditação. Não curto nenhuma religião, mas acho que estamos hoje em um mundo no qual se exigem muitas coisas, em muitas fatias. Internet, redes sociais, comunicação múltipla. Você tem que ter um tempinho para silenciar a mente.”

Atuando no momento em duas produções audiovisuais de grande escala, Emanuelle pouco guarda dos três Carnavais em que comandou a Banda Eva, quando ganhou notoriedade no cenário musical. E isso se reflete no disco solo dela, lançado pela Deck Disc e que vai render uma série de shows neste primeiro semestre.

“Apesar de ter vivido um tempo do Carnaval, minha essência é da música brasileira misturada com a minha baianidade”, sugeriu. O Problema É a Velocidade, de fato, conecta-se muito mais com o trabalho dela nos grupos Moinho e Orquestra Imperial, recheado de sambas e bossas, ora mais sacolejado, ora mais melancólico.

“Fiz um trabalho de intérprete como era feito antigamente. Fui à casa dos compositores, conversei, falei o que eu queria. A banda se reuniu no estúdio e buscou interpretar essas canções com a nossa química”, disse.

Assista abaixo ao clipe de “Céu Azul”.

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