Em testamento, Robin Williams veta uso de sua imagem nos próximos 25 anos

Imagem do ator não poderá aparecer em campanha publicitária, recriação digital ou holograma até 2039
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Galeria - mortos 2014 - Robin Williams
Dan Steinberg/AP
por Redação
31 de Março de 2015 às 20:03

Antes de morrer, no ano passado, o ator Robin Williams fez um movimento ousado no mundo das celebridades: ele vetou o uso da imagem dele, nome e assinatura pelos próximos 25 anos. Na prática, isto significa que ele não aparecerá em nenhuma campanha publicitária, recriação digital ou como holograma até 2039.

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A decisão inovadora do ator foi revelada pelo The Hollywood Reporter, que divulgou um resumo do testamento deixado por ele. De acordo com o site, a família – a esposa, Susan, e os filhos Zachary, Zelda e Cody – se reuniu em São Francisco para discutir a herança de Williams.

No testamento, Robin Williams também afirmou que todos os direitos de imagem dele até sua morte devem ser doados à instituição Windfall Foundation, dos representantes do ator. Com a impossibilidade de enviar à fundação, o dinheiro será revertido para outras instituições de caridade.

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O que fez Williams ao restringir o uso da própria imagem poderia ter sido feito por Michael Jackson que, no ano passado, teve um álbum póstumo lançado. Ou mesmo por Paul Walker, que está em algumas cenas de Velozes e Furiosos 7, depois de ter morrido.

Além deles, o rapper Tupac foi recriado por holograma em uma apresentação no Coachella, nos Estados Unidos, ao lado de Snoop Dogg e Dr. Dre. No Brasil, dois ícones dos anos 1980 e 1990, Cazuza (Barão Vermelho) e Renato Russo (Legião Urbana) também se apresentaram como hologramas recentemente.

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