"Somos muito mais valorizados no exterior do que aqui", diz João Parahyba, do Trio Mocotó - Divulgação

Curta o balanço do samba-rock com o Trio Mocotó

Redação Publicado em 17/07/2012, às 20h10 - Atualizado às 20h16

Por Cláudia Boëchat

Meu espírito hoje está para o chamado samba-rock. Leve, gostoso, faz a gente querer dançar. Falei dançar e não sair pulando por aí. Daí, temos de falar de um trio que fez história e que de elétrico não tem nada. Me refiro ao Trio Mocotó, que estourou em 1969, depois de acompanhar Jorge Ben cantando “Charles Anjo 45” no IV Festival Internacional da Canção. O Trio Mocotó era originalmente formado por Fritz Escovão (cuíca e voz), Nereu Gargalo (pandeiro e voz) e Joãozinho Parayba (bateria e voz). Há alguns anos, Skowa substituiu Fritz Escovão. Mas, melhor que ler sobre eles, é ouvir sua arte. Uma delícia! Fiz uma playlist de dez canções:

1 - “Coqueiro Verde (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e papo com Leila Diniz”:

2 - “O Criolauta” (Ivan Lins e Ronaldo M. de Souza):

3 - “Águas de Março” (Tom Jobim):

4 - “Xamego de Iná” (Antônio Carlos e Jocafi) com um solo de cuíca histórico de Fritz Escovão:

5 - “Cosa Nostra”, com Jorge Benjor (na época Jorge Ben), autor da música:

6 - “Kriola” (Hélio Matheus):

7 - “Mocotó Beat” (João Parahyba, Maurício Tagliari, Luiz Carlos Fritz, Nereu Gargalo):

8 - “Swinga Sambaby” (Nereu Gargalo):

9 - “Pensando Nela” (Beto e Reina):

10 - “Eu Também Quero Mocotó” (Jorge Benjor):

Para falar com Cláudia Boëchat envie e-mail para claudia.boechat@rollingstone.com.br

trio mocotó

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