<b>Bela e fatal</b><br> Scarlett mostra poder de fogo em Lucy. - Divulgação

Lucy

Luc Besson

Christian Petermann Publicado em 18/08/2014, às 16h18 - Atualizado às 16h25

O cineasta francês de filmes-pipoca Luc Besson dá continuidade à sua série de heroínas destemidas, como Nikita – Criada para Matar (1990) e a Leeloo de Milla Jovovich em O Quinto Elemento. Agora é a vez de Lucy, assumida com forte presença e sensualidade por Scarlett Johansson. Em 90 minutos cravados, mostra- -se como a personagem-título é forçada a participar de um experimento químico, que a leva a usar 100% de sua capacidade mental – o ser humano explora apenas 10%. Nessa transformação fisiológica, ela atinge poderes insuspeitos e se volta contra quem lhe impôs a condição. Da cidade de Taipei, em Taiwan, a Paris, na França, a história é uma corrida contra o tempo com perseguições motorizadas e delírios biológicos divertidos e de impecável acabamento visual. Besson domina a linguagem e a tecnologia e vai direto ao ponto nessa fantasia científica extrema, construindo nada mais do que um bem produzido e acelerado filme de entretenimento – com direito a notas de rodapé filosóficas por conta da premissa.

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