Dez versões de Hollywood para filmes estrangeiros

Redação Publicado em 04/02/2013, às 16h46 - Atualizado às 17h08

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Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres

O filme lançado por David Fincher em 2011, estrelado por Daniel Craig, é baseado no romance do escritor sueco Stieg Larsson que em 2009 já havia sido adaptado no idioma original.


Deixe-me Entrar

A jovem Chloë Moretz protagonizou o filme norte-americano de 2010, mas o longa do diretor Matt Reeves é também uma versão de um filme sueco, intitulado Låt Den Rätte Komma In.


Os Infiltrados

Martin Scorsese fez um bom trabalho com o elenco formado por Leonardo DiCaprio e Matt Damon. O filme de 2006 é uma versão de um longa feito em Hong Kong quatro anos antes.


Vanilla Sky

O roteiro ficou mais simples e o visual de ficção científica muito mais acentuado, mas tanto Vanilla Sky, de 2001, como Abre los Ojos, de 1997, têm Penélope Cruz no elenco.


Cidade dos Anjos

Mais de dez anos depois que o diretor alemão Wim Wenders lançou o celebrado As Asas do Desejo, em 1987, Hollywood não conseguiu chegar perto, pelo menos na opinião da crítica, com a versão estrelada por Nicolas Cage.


O Chamado

A história de Samara Morgan, de 2002, foi um dos filmes que deu origem a uma invasão de versões para filmes japoneses – este havia sido feito sob o nome original de Ringu, em 1998.


O Grito

Takashi Shimizu dirigiu o longa japonês Ju-On e foi contratado pela Columbia para dirigir não só a versão norte-americana como também a continuação, em 2006.


Solaris

A ficção científica Solaris foi feita na União Soviética em 1972, mas só chegou a Hollywood três décadas mais tarde – apenas depois que a guerra fria estava devidamente superada.


A Gaiola das Loucas

A produção franco-italiana A Gaiola das Loucas, de 1978, é um dos grandes clássicos do cinema europeu e ganhou versão em língua inglesa estrelada por Robin Williams em 1996.


Quarentena

Rec, de 2007, foi um dos maiores sucessos internacionais do cinema espanhol na história. Ganhou, além de quatro continuações, uma versão norte-americana não tão comemorada, lançada sob o nome de Quarentena apenas um ano mais tarde.