Stranger Things: quais serão as músicas de cada personagem na 2ª temporada?

Anna Mota Publicado em 19/10/2017, às 14h52 - Atualizado às 14h59

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Reprodução

Eleven

“Radio Ga Ga”, de The Works, do Queen

Ela conseguiu escapar, viver uma vida (quase) normal, mas para salvar Will abriu mão da própria liberdade e foi jogada de volta no Mundo Invertido. Agora, Eleven precisa de eletricidade para se comunicar novamente com Mike, Dustin e Lucas, e, como já fez no passado, poderia usar um rádio para isso. Então o que seria mais apropriado que “Radio Ga Ga”, hit que abre The Works, icônico disco do Queen lançado em 1984?


Mike Wheeler

“No Surrender”, de Born in the U.S.A., do Bruce Springsteen

Desde o primeiro episódio, Mike se mostrou muito decidido a conseguir o que queria — mesmo quando o objetivo era “apenas” terminar a partida de 10 horas de Dungeons & Dragons com os amigos. Agora, com a despedida de Eleven, que se tornou muito importante na vida do garoto, não é de se esperar que ele vá desistir. É por isso que “No Surrender”, do clássico Born in the U.S.A., de Bruce Springsteen, se encaixa como trilha sonora de Wheeler.


Will Byers

“A Sort of Homecoming”, de The Unforgettable Fire, do U2

O título da música cantada por Bono se relaciona diretamente com a situação de Will: ele está voltando para casa, mas não na maneira mais tradicional da expressão. Afinal, não é como se ele tivesse escolhido embarcar em uma viagem sinistra por uma outra dimensão, em que quase foi morto e ficou sem contato nenhum com a Terra. Mas, pelo menos, ele voltou.


Dustin Henderson

“Baby I’m a Star”, de Purple Rain, do Prince

Dustin é, definitivamente, o mais fofo do grupo e, ainda que ele não saiba, uma grande estrela de Stranger Things. Um personagem singular como ele merece um hit igualmente único: “Baby I’m a Star”, do Prince.


Lucas Sinclair

“Jump”, de 1984, de Van Halen



Como traduzir em uma música a confiança e a atitude de Lucas, um menino de 12 anos que está sempre preparado para tudo? Complicado, mas a energia de “Jump”, grande hit do Van Halen (do disco 1984) nos remeteu a tamanha coragem.


Jonathan Byers

“Too Tough to Die”, do disco homônimo dos Ramones

A questão aqui está centrada menos nas características pessoais e mais na boa memória de fãs da primeira temporada. No segundo episódio da leva, Jonathan mostra uma de suas músicas favoritas para o irmão Will: “Should I Stay Or Should I Go”. E é possível que um apreciador do The Clash caia nas graças do oitavo disco dos Ramones, Too Tough to Die, lançado em 1984.


Jim Hopper

“Fade to Black”, de Ride the Lightning, do Metallica

Apesar da liberdade da vida sozinho, o chefe de polícia Jim Hopper não consegue se libertar dos fantasmas do passado. A perda da filha para o câncer dá um permanente caráter melancólico ao personagem, que poderia facilmente passar a tarde de domingo em casa ouvindo os rasgados vocais de James Hetfield em “Fade to Black”.


Nancy Wheeler



“Material Girl”, de Like a Virgin, de Madonna

Quando se trata de segundos discos históricos na carreira de artistas, Like a Virgin é essencial. Em 1984, Madonna lançou o álbum que a ajudou a construir o reinado no pop, dominando as paradas com hits como a faixa título do trabalho e “Material Girl”. Como uma menina do ensino médio, é provável que Nancy, ainda que não fosse a maior fã, escutasse a diva em festas e casas de amigos. Ou dançasse ao som de “some boys kiss me/some boys hug me” escondida em seu quarto.


Joyce Byers



“Sad Songs (Say So Much)”, de Breaking Hearts, do Elton John

Joyce é uma mulher admirável, que não deixou que nada nem ninguém ficasse entre ela e a vontade de recuperar o filho. Mas foi uma longa e dolorosa jornada. Uma temporada de sofrimento merece um título à altura: “Sad Songs (Say So Much)”.