As melhores músicas sobre telefonemas tristes e o fim de relacionamentos

Redação Publicado em 26/10/2015, às 15h33 - Atualizado em 03/01/2018, às 16h30

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Reprodução/Vídeo

Lady Antebellum, "Need You Now" (2009)

Antes de “Marvin’s Room”, a música country já tinha o próprio diálogo bêbado, como Lady Antebellum em "Need You Now". Na faixa, os integrantes da banda Hillary Scott e Charles Kelley demonstram aos amados o quão difíceis são as separações. A canção de country pop consegue ilustrar o desespero dos personagens.


Drake, "Marvin’s Room" (2011)

“Marvin’s Room” não foi a primeira vez que Drake falou sobre um rompimento. Na canção, o rapper liga bêbado para uma ex-namorada e começa a recitar todos os problemas. “Estou apenas dizendo, você pode fazer melhor”, diz Drake enquanto uma voz feminina questiona se ele está alcoolizado.


Electric Light Orchestra, "Telephone Line" (1977)

Como Rundgren, a Electric Light Orchestra usou uma balada no piano para ambientar a triste ligação. Na metade da canção, o vocalista decide que o telefone o que vai definir o fim de sua existência. “Você não pode deixar o telefone tocar um pouco mais?/ Vou esperar firmemente/ Nas sombras da noite/ Deixe tocar para sempre”.


Todd Rundgren, "Hello It's Me" (1972)

Essa música é uma conversa unilateral ao telefone. Rundgren começa com a frase, “vendo você”, sendo rapidamente complementada pelas reais percepções sobre a amante, “ou vendo o que eu vejo”. “Eu tinha como certo que você sempre estaria ao meu lado”, ele diz. “Eu tenho certo que você não liga”, protesta o vocalista em uma dolorosa declaração.


Nivea, "Laundromat" (2002)

Um término de relacionamento completo é o descrito em "Laundromat". A cantora Nivea pega o namorado (que tem a voz de R. Kelly) a traindo, e ela abre a canção com uma simples e efetiva mensagem. “Seu mentiroso filho da puta”. Mesmo o tema de funk não consegue esconder o tom trágico da faixa.


10cc, "Don't Hang Up" (1976)

O 10cc passa rapidamente da compreensão para a amargura em "Don't Hang Up", uma faixa com vários movimentos. O principal está na abertura, que contém uma épica reflexão sobre a culpa. “Estou passando bem/ Estou muito feliz/ Tenho um novo apartamento/ É seguro como o Central Park/ E se eles me assaltarem enquanto ando no escuro/ Você saberia?”.


Gerald Levert, "Answering Service" (1994)

O R&B dos anos 1990 tinha um caso amoroso com conversas telefônicas. Nesta, Levert tenta ganhar uma ex-namorada de volta, mas, quando ele liga, não é atendido. Sozinho, com raiva e tendo autopiedade, ele canta: “Eu não mereço isso, conversar com a sua secretária telefônica”. “Eu não ligo quem sabe/ A vida é muito dura”, protesta o cantor.


Lee Ann Womack, "Last Call" (2008)

A canção de Womack é uma das mais devastadoras da seleção. Sobre um delicado fundo, a artista luta contra uma relação tóxica. “Eu não preciso ler aquela mensagem/ Eu sei o que ela diz/ ‘Querida, eu ainda te amo’ não significa nada/ Quando há uísque em seu hálito”.


The Replacements, "Answering Machine" (1984)

Nesta canção, voz de Paul Westerberg é como um uma ferida aberta. O músico demonstra toda a dor para uma secretária eletrônica, que o responde durante a música: “Se você quiser fazer uma ligação, espere e digite o número novamente”.


Prince, "How Come You Don't Call Me" (1982)

Um telefone mudo inspirou uma das baladas mais angustiantes de Prince. A faixa tem um clima solitário, sendo reforçada pela capacidade vocal de Prince, que elevou as expressões de dor a outro nível. A música ainda foi regravada por diversos artistas, como Stephanie Mills e Alicia Keys.