Ex-governador norte-americano critica o fato de Obama deixar as filhas ouvirem Beyoncé

Mike Huckabee, que já foi também membro da igreja batista, afirmou que algumas das “letras e coreografias” da cantora não são apropriadas para adolescentes

Rolling Stone EUA Publicado em 18/01/2015, às 13h40

A cantora, junto a seu marido, Jay-Z, participou ativamente da campanha democrata e foi escolhida para se apresentar no evento
AP

O ex-governador do estado norte-americano de Arkansas, Mike Huckabee, fez uma crítica a Barack e Michelle Obama pelo fato de o casal presidencial deixar as filhas adolescentes, Sasha, de 13 anos, e Malia, 16, ouvirem Beyoncé.

Em uma entrevista para a revista People, enquanto estava promovendo seu novo livro, God, Guns, Grits and Gravy, o ex-ministro da igreja batista e possível candidato presidencial, em 2016, afirmou que embora os Obama sejam “pais excelentes e exemplares em muitos quesitos”, ele fica chocado de saber que os dois permitem que as filhas ouçam coisas do tipo "Drunk in Love".

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"Não consigo entender como eles podem ser pais tão zelosos, por um lado, prestando atenção em tudo que elas consomem – quanto de brócolis elas comem, onde estudam, se estão protegidas contra isso ou aquilo – mas não conseguem enxergar nada impróprio para uma pré-adolescente ou uma adolescente nas letras e coreografias de Beyoncé, que frequenta a [Casa Branca] à vontade", ele disse. Vale lembrar que a diva pop é uma das maiores incentivadoras de Obama, tendo colaborado na campanha do político e, ainda, se apresentado na cerimônia de posse dele, em 2013.

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No livro em questão, Huckabee avalia as músicas de Beyoncé como “veneno mental tóxico”, afirmando ainda que Jay Z é uma espécie de cafetão que explora a esposa. Segundo relatos, Huckabee ainda critica outras celebridades do pop, dentre elas Miley Cyrus (por causa do “twerk” no VMA) e Rihanna, por seus figurinos ousados.

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