Rolling Stone visita Jackass no aniversário de 15 anos de loucuras do grupo

Johnny Knoxville, Steve-O e Bam Margera comentam episódios marcantes da série

Rolling Stone EUA Publicado em 06/10/2015, às 13h49 - Atualizado em 07/10/2015, às 09h32

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Divulgação

O mês de outubro marca o aniversário de 15 anos da criação de Jackass e seu grupo de malucos hilariantemente destemidos, obcecados por autodestruição e pelo deleite de espectadores em todo o mundo.

Assista:

Para celebrar a data, a Rolling Stone EUA invadiu as casas de Johnny Knoxville, Steve-O, Bam Margera, Jason "Wee Man" Acuña, Ehren McGhehey, Preston Lacy, Dave England e Chris Pontius para descobrir como isso tudo começou, o que eles pensam hoje do legado que deixaram e por qual motivo Steve-O não fechou a boca no episódio em que foi jogado pelos ares dentro de um banheiro químico.

Knoxville dublou umas das tartarugas do novo As Tartarugas Ninja; leia crítica.

"Não esperávamos que isso fosse parar na televisão", Knoxville lembra no vídeo abaixo. "Nenhum de nós sabia que merda estava fazendo. Não tínhamos autorizações, era muito espontâneo. Na verdade, era bastante ilegal", complementa o diretor Jeff Tremaine.

Participante frequente do espetáculo, April, mãe de Bam Margera, se recorda de ter ficado chocada com o nome Jackass (em português, algo como babaca). "Eu disse: 'Vocês podem falar um negócio desses?' E eles responderam, 'Bom, era pra ser 'Asshole' (um sinônimo um pouco mais pesado)".

Durante a visita na casa de Margera, o skatista profissional também compartilhou o que ele acredita ser seus piores momentos em Jackass – veja no vídeo abaixo. A maioria deles envolvendo cobras. "Aprendi a não dizer a Tremaine ou Knoxville ou qualquer um do que eu tenho medo. Eu amo aranhas, claro. Pode jogar um balde cheio delas em cima de mim e eu não vou nem ligar", ele ironiza.

Assista ao vídeo com Margera:

Finalmente, Knoxville, England e Pontius sentam no sofá para comentar a piscina de bolinhas com anacondas do filme Jackass 2: O Filme. "Coloquei fita isolante em volta do meu pulso porque não queria que a cobra mordesse minhas artérias", conta Knoxville.

Knoxville, England e Pontius relembram suas aventuras; veja:

"Na minha cabeça, eu estava a salvo. Mas na verdade a cobra atravessava aquilo me mordendo. E então, depois de gravarmos, o cara me diz: 'Uma dessas cobras arrancou o músculo da perna de uma pessoa outro dia. 'Ah, obrigado por me avisar agora!'"