Cinquenta Tons de Cinza: Dakota Johnson revela polêmicas e desentendimentos no set

Estrela de Cinquenta Tons de Cinza, Dakota Johnson discutiu sobre dificuldades de filmar trilogia

Redação Publicado em 28/06/2022, às 15h37

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Dakota Johnson (Foto: Vittorio Zunino Celotto/Getty Images)

Cinquenta Tons de Cinza (2015) é um dos papéis mais marcantes da carreira de Dakota Johnson. No entanto, as filmagens não foram tão positivas do ponto de vista da atriz, quem revelou que sempre havia “uma batalha” no set de filmagens com a autora da trilogia que inspirou os filmes, E.L. James. (via EW)

De acordo com Johnson, ela “assinou contrato para fazer uma versão muito diferente do filme” daquela que chegou aos cinemas dirigida por Sam Taylor-Johnson. Em entrevista a Vanity Fair, atriz explicou que a presença da autora dos livros no set era uma das maiores dificuldades da rotina de filmagens.

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“Ela tinha muito controle criativo, o dia todo, todos os dias, e ela apenas exigia que certas coisas acontecessem. Havia partes dos livros que simplesmente não funcionariam em um filme, como o monólogo interno, que às vezes era incrivelmente brega. Não funcionaria para dizer em voz alta. Sempre foi uma batalha. Sempre,” disse.

Johnson explicou que quando ela fez o teste, Charlie Hunnam seria Christian Grey no filme e o roteiro tinha um tom diferente, o qual chamou a atenção dela. “Quando fiz a audição para aquele filme, eu li o monólogo de Persona [de Ingmar Bergman] e estava tipo, ‘oh, isso vai ser muito especial.”

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No entanto, quando Hunnam desistiu do filme e o papel do Sr. Grey ficou com Jamie Dornan, a autora descartou o roteiro original, o que causou complicações na hora das filmagens. “Houve muitos desentendimentos diferentes. Nunca consegui falar sobre isso com sinceridade, porque você quer promover um filme da maneira certa, e estou orgulhosa do que fizemos no final das contas e tudo acabou do jeito que deveria, mas foi complicado,” revelou.

Apesar disso, Johnson admitiu que não se arrepende de ter feito Cinquenta Tons de Cinza: “Se eu soubesse na época que seria assim, acho que ninguém teria feito isso. Teria sido como, ‘oh, isso é psicótico.’ Mas não, eu não me arrependo.”