Leonardo DiCaprio será líder de culto suicida que matou 300 crianças em 1978; conheça filme Jim Jones

Em 1978, Jim Jones arquitetou o suicídio de mais de 900 seguidores — e o astro Leonardo DiCaprio irá protagonizar o ‘guru’ em filme

Redação Publicado em 09/11/2021, às 16h09

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Montagem de Jim Jones (Wikimedia Commons/Nancy Wong) e Leonardo DiCarpdio (Divulgação)

Fundador e líder do culto Templo dos Povos, Jim Jones marcou a história ao arquitetar um ato de suicídio em massa que levou à morte de mais de 900 seguidores, inclusive 300 crianças. A tragédia será transformada em filme para contar a trajetória do criminoso — e o astro Leonardo DiCaprio viverá o “guru” nas telonas.

Conforme noticiado pelo site The Hollywood Reporter (via Revista Monet), o filme ainda não tem diretor ou estreia definida, mas algumas informações foram divulgadas. Além de protagonizar o líder do culto, Leonardo DiCaprio também assina o trabalho como produtor.

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Ainda, o roteiro é responsabilidade de Scott Rosenberg. O profissional trabalhou em Venom (2018) e nos dois últimos filmes da franquia Jumanji. Não há data definida para o início das filmagens da produção sobre Jim Jones.

 
 
 
 
 
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Jim Jones: quem foi o ‘guru’?

Nascido em Indiana, estado dos EUA, Jim Jones fundou o Templo do Povo na década de 1950. Ao longo das décadas, a seita se expandiu, mudando-se para São Francisco e, nos anos 1970, transferida para Guiana, país na América do Sul com idioma oficial em inglês.

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Uma curiosidade é que na década de 1960, Jim Jones mudou-se com a família para o Brasil. O homem acreditava que Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, era um lugar seguro para uma guerra nuclear — e acreditou que poderia criar um novo tempo no local. A falta de recursos fez Jones fazer uma mudança para o Rio de Janeiro e, em seguida, votou aos EUA com medo do Templo do Povo não sobreviver sem a presença dele como líder.

Para construir uma comunidade rural autossustentável, a mudança foi essencial para o líder conseguir definir regras e tomar atitudes controversas. O líder foi denunciado, entre diversos crimes, de tortura psicológica e ameaças físicas e morais. Enquanto as investigações cercavam a seita, Jim Jones arquitetou um plano que resultou no suicídio de mais de 900 seguidores, sendo 300 crianças.

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