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Oppenheimer: Público aponta erro de continuidade na bandeira dos EUA

Dirigido por Christopher Nolan, Oppenheimer chegou aos cinemas brasileiros na última quinta, 20

Redação Publicado em 25/07/2023, às 12h00

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Cena de Oppenheimer, estrelado por Cillian Murphy (Foto: Divulgação)
Cena de Oppenheimer, estrelado por Cillian Murphy (Foto: Divulgação)

Mesmo com grande trabalho de direção, atuação, som e fotografia, Oppenheimer apresenta algumas falhas. Após o lançamento, algumas pessoas na internet notaram como uma cena conta com erro de continuidade histórico: a bandeira dos Estados Unidos.

Na cena em que J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy) discursa após EUA jogarem bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. Na plateia, pessoas seguram bandeiras dos Estados Unidos com 50 estrelas. No entanto, essa versão entrou em vigor em 1960, 15 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Durante o conflito, o país contava com 48 estrelas.

Cena de Oppenheimer
Cena de Oppenheimer (Foto: Divulgação)

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Oppenheimer: Cena de nudez é censurada com CGI na Índia e no Oriente Médio

Cenas de sexo entre os personagens interpretados por Cillian Murphy (J. Robert Oppenheimer) e Florence Pugh (Jane Tatlock) no filme de Christopher Nolan, Oppenheimer, geraram polêmica na Índia e no Oriente Médio, e foram censuradas (via Daily Mail).

Em certo momento do longa-metragem, Pugh está sentada completamente nua em uma poltrona. Na cena, o corpo da atriz foi coberto com uma espécie de vestido preto, gerado por CGI. A concessão foi feita para que o filme pudesse ser exibido nos cinemas da Índia e dos países do Oriente Médio.

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Não foi a primeira vez que Oppenheimer foi visto como um problema na Índia. Há uma situação em que Robert e Jane fazem sexo enquanto ele recita o Bagavadeguitá, texto do hinduísmo. O membro da Fundação Save Culture Save India (SCSI) Uday Mahurkar criticou a escolha e fez acusações de islamofobia. 

O político nacionalista hindu Bharatiya Janata ainda afirmou que a cena representou um “ataque perturbador ao hinduísmo” e que o filme é “parte de uma conspiração maior das forças anti-hindus" (via CNN).

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