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Yesterday: Juiz aceita processo de fãs por Universal tirar Ana de Armas do filme; entenda

Ana de Armas interpretou interesse amoroso secundário do personagem de Himesh Patel em Yesterday, mas foi cortada

Redação Publicado em 22/12/2022, às 09h57 - Atualizado em 25/12/2022, às 17h14

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Ana de Armas em cena deletada de Yesterday (Foto: Reprodução/Perfect World Pictures)
Ana de Armas em cena deletada de Yesterday (Foto: Reprodução/Perfect World Pictures)

Em janeiro de 2022, fãs de Ana de Armas processaram o estúdio Universal por propaganda enganosa após remover atriz do filme Yesterday, o qual mostra um mundo onde os Beatles nunca existiram, - e juiz aceitou a ação. Isso aconteceu porque o estúdio incluiu a artista em alguns trailers e materiais promocionais, mas ela acabou fora da versão final. As informações são da Variety.

No filme, de Armas seria um interesse amoroso secundário para o protagonista interpretado por Himesh Patel. Porém, optaram por ele não se afastar do principal interesse amoroso, vivido por Lily James no longa.

Ana de Armas em Yesterday
Ana de Armas em Yesterday (Foto: Reprodução/Perfect World Pictures)

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Depois assistir ao trailer de Yesterday, dois fãs (identificados como Conor Woulfe e Peter Michael Rosza) decidiram alugar o filme por US$ 3,99, mas ficaram descontentes ao descobrir como Ana de Armas não estava no corte final e, entraram com uma ação coletiva federal de US$ 5 milhões contra a Universal por propaganda enganosa em janeiro de 2022 - e o caso foi aceito em dezembro de 2022.

Como Variety reportou, o processo ganhou grande desenvolvimento. Mesmo com tentativas da Universal de rejeitar a ação, Stephen Wilson, juiz distrital dos EUA, negou a moção e decidiu como os trailers de filmes são considerados discurso comercial. Então, materiais promocionais estão sujeitos à False Adverting Law and Unfair Competition Law ("Lei de Publicidade Falsa e Lei de Concorrência Desleal," na tradução livre) da Califórnia. Leia, abaixo, a decisão do juiz:

Universal está certa de que os trailers envolvem alguma criatividade e discrição editorial, mas essa criatividade não supera a natureza comercial de um trailer. Em sua essência, um trailer é um anúncio projetado para vender um filme, fornecendo aos consumidores uma prévia. A decisão do Tribunal é limitada a representações sobre se uma atriz ou cena está no filme e nada mais.

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