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RÁPIDAS COM...Lars Ulrich

O baterista do Metallica fala sobre as três décadas de loucura no metal

Por Austin Scaggs Publicado em 09/10/2009, às 09h47

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Lugares desconhecidos para a banda

"[Kirjurinluoto, na Finlândia] é um dos últimos que sobraram. É daquelas cidades onde não escurece durante três meses, então as pessoas ficam em clima de festa. É maluco, mas pessoas curtem um som mais pesado na Escandinávia. Crianças de 10, 11 anos vão aos shows - e também gente da nossa idade."

Sobre tocar em Copenhague, onde ele nasceu

"É incrível, maravilhoso, impressionante. Acordo no meio da noite tentando me lembrar se coloquei o nome do cara que estudou comigo na 3ª série na lista de convidados do quarto show."

A volta ao lar

"A casa onde cresci virou uma clínica de fertilidade. O porão, onde eu tinha meus pôsteres do Ritchie Blackmore, Slade e Status Quo, virou a sala de cirurgia."

Rock & Roll Hall of Fame

"[Guardo meu troféu] ao lado dos meus prêmios Grammy, em alguma caixa perdida nas profundezas do meu porão. Para mim, está tudo na mente. Não quero desrespeitar essas instituições, mas não deixo o troféu na minha mesa de cabeceira. Minha casa é praticamente livre de Metallica."

Coleção de lembranças

"Guardo tudo [relacionado à banda], o que transformou meu porão em uma merda de abrigo. Meu item preferido é um caderno verde, de 15 centímetros. É um diário dos primeiros meses em que fizemos shows. Tem o repertório, as datas, o público e quanto nos pagaram - a maior parte dos shows diz 'zero'."

Sobre as décadas de união do grupo

"Apesar de tudo, não queríamos decepcionar uns aos outros. É um lance de gangue. A soma do Metallica sempre foi maior que seus indivíduos, e sempre fomos conscientes disso."