RÁPIDAS COM...Kirk Hammett

O guitarrista do Metallica fala da nem sempre fácil vida dentro do grupo

Por Paulo Calvalcanti Publicado em 14/04/2010, às 13h49

Kirk Hammett
Divulgação

O documentário Some Kind of Monster

"Acho que as pessoas não dão conta de como esse filme foi importante para o Metallica. Quando o filmávamos, vivíamos o pior período da nossa carreira. Já estávamos prestes a desistir, sem vontade de gravar e despreparados para os shows. Foi preciso que tivéssemos essa 'lavação de roupa suja' para que tudo se acertasse."

Robert Trujillo, o baixista

"A entrada dele foi um respiro de ar fresco. Bob foi uma escolha acertada, veio cheio de gás e vontade. Ele também é um cara mais relaxado e fácil de lidar. Era o que precisávamos para que tudo voltasse a ser como antes. O Bob adora as apresentações ao vivo, o que foi outro incentivo para a volta das grandes turnês."

Death Magnetic

"Era o disco que o Metallica precisava. Ele veio no momento certo para provar que ainda temos muitas coisas interessantes para realizar dentro do estúdio."

O convívio com Lars Ulrich e James Hetfield

"Eu amo esses caras, eu odeio esses caras! Com tanto tempo convivendo e trabalhando juntos, não tem jeito, você acaba chegando ao extremo. Mas agora posso afirmar que eu mais amo do que odeio Lars e James. Eu sou um cara mais tranquilo do que eles. Fico no meio da tensão, por isso às vezes sirvo como moderador. E garanto: isso não é nada fácil!"

América do Sul

"Quando o Metallica esteve aqui pela primeira vez, no final dos anos 80, a coisa era diferente. Lembro que foi mais fácil andar pelas ruas, ir aos locais sem ter tanta gente atrás. Agora não dá para fazer mais isso. Por outro lado, fi co contente que estejamos tocando em estádios. E, por falar em estádio, pelo quepercebi no Brasil e na recente passagem pelo México, não temos fãs - temos torcedores!"