Lollapalooza 2013: Cuidando do Legado, Ainda Experimentando

O Killers diz que trará o melhor momento da turnê Battle Born ao Brasil

Stella Rodrigues Publicado em 15/03/2013, às 14h36 - Atualizado em 27/03/2013, às 19h28

TRANQUILOS Agora o Killers se sente confortável
Divulgação

“Legado. Olha essa palavra aí de novo.” O baterista do Killers, Ronnie Vannucci, menciona o termo pela segunda vez em pouco tempo ao falar de como se sente em relação ao show no lendário estádio britânico Wembley que encerrará a turnê do disco Battle Born. “O Queen tocou lá, eu ouvia essa gravação quando era criança. Tem muito prestígio envolvido, só espero que a gente não estrague tudo”, diz com a humildade característica. A outra ocasião em que usou o termo foi ao falar sobre o Lollapalooza. Não só o Killers retornou à ativa após um hiato na primeira edição do festival no Chile, como Vannucci tem uma memória afetiva forte em relação à edição de Chicago. “Lembro de ir quando ainda estava no colegial. Me faz pensar nos dias quando não tinha celular, e-mail, contas. E o show do Chile foi ótimo, foi a primeira vez em que nos reunimos depois de nove meses dormentes. Foi bom alongar os músculos e o fato de o show ter sido tão bom serviu para dar um empurrãozinho na moral.”

Entrevista: após quatro anos sem lançar um disco, o The Killers de Brandon Flowers quer o público de volta – mesmo que não seja para vender milhões.

Preocupado com o setlist (“Talvez a gente mostre coisas novas, mas temos de pensar que o show não é só para fãs nossos”), o músico diz que a banda virá ao Brasil no momento em que entra no melhor ponto da atual turnê. “Estamos no período confortável e relaxado, experimentando e arriscando. Passamos daquela fase de estresse de tudo ser novo.”