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Recém-separada e mãe solteira, Angelina Jolie se abria e também soltava farpas

Redação Publicado em 03/07/2013, às 16h40 - Atualizado em 04/06/2018, às 17h20

RS 928 – agosto, 2003

Em 2003, quando pela segunda vez estampou a capa da Rolling Stone, Angelina Jolie era outra pessoa. Ela, que estava divulgando Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida, tinha se separado do ator Billy Bob Thornton, virado embaixadora do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e adotado um garoto cambojano de quase 2 anos chamado Maddox. Em entrevista concedida em um hotel em Londres ao repórter Chris Heath, a atriz, na época com 28 anos, falou sobre tudo, menos do filme. Queria que todos soubessem que o filho mudou a vida dela: “Aquela coisa que eu tinha de autodestruição, loucura ou vício, não existe mais. Quando você tem uma criança para cuidar, não se pode mais dar ao luxo disso”. Angelina revelou também que não fazia sexo havia um bom tempo: “Eu durmo com o Maddox. Não permito que alguém invada nosso espaço”. Quando questionada sobre a separação de Thornton, respondeu: “Éramos amigos e possuíamos o mesmo senso de humor. Crescemos e mudamos. Agora, não temos nada em comum e é melhor ficarmos longe”. Ainda confessou que jogou fora o vidrinho com sangue do ex-marido e passou por várias cirurgias para remover do braço a tatuagem com o nome dele. Naquele momento, Angelina estava novamente em conflito com o pai, o ator Jon Voight, que a atriz alega ter falado coisas negativas a respeito dela: “Ele disse coisas que me magoaram e me chocaram. Agora não ligo para o que ele pensa de mim. Eu me importo com todos os pais do mundo. Mas não com o meu”.