Ashton Kutcher e Mila Kunis querem doar R$ 151 milhões para Ucrânia: ‘Orgulho de ser ucraniana’

Atriz ucraniana Mila Kunis e o marido Ashton Kutcher estão levantando fundos para ajudar a Ucrânia após invasão russa

Redação Publicado em 04/03/2022, às 12h43 - Atualizado às 15h59

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Ashton Kutcher e Mila Kunis (Foto: Jesse Grant/Getty Images)

A atriz ucraniana Mila Kunis, conhecida por filmes como Cisne Negro (2010) e Amizade Colorida (2011), criou uma campanha de arrecadação de fundos para a Ucrânia após invasões do exército russo no país. O anúncio foi feito nesta quinta, 3, pelas redes sociais da plataforma GoFundMe, a qual receberá as doações.

Ao lado do marido Ashton Kutcher, Kunis pediu ajuda para arrecadarem US$ 30 milhões [cerca de R$ 151 milhões]. No vídeo, atriz explicou como sempre se considerou norte-americana, por ter se mudado para o país muito nova, mas que agora, mais do que nunca, sente orgulho de ter nascido na Ucrânia.

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“Sempre me considerei norte-americana, uma norte-americana com orgulho. Amo tudo que esse país fez por mim e pela minha família, mas hoje nunca estive tão orgulhosa por ser ucraniana,” disse. Kutcher completou: “Estamos arrecadando fundos para apoiar em um esforço de socorro que terá impacto imediato e fornecerá ajuda humanitária aos refugiados e para as áreas mais necessitadas.”

Para iniciar a vaquinha, casal afirmou que irá doar US$ 3 milhões. “As pessoas na Ucrânia são fortes e corajosas, mas ser forte e corajosa não significa que você não seja digno de apoio,” afirmou Kunis. “Precisamos apoiar o povo da Ucrânia. Por favor, ajude-nos.”

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Atriz também explicou que a plataforma Airbnb está apoiando a campanha e ajudará a encontrar lugares para receber os refugiados. Kutcher também ressaltou que todo o dinheiro será enviado para ONGs de prestígio que garantirão que os ucranianos receberão as doações, pois a logística de enviar suprimentos e encontrar moradias precisa de atenção.

 
 
 
 
 
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A crise da Rússia e Ucrânia

Vladimir Putin, presidente da Rússia, ordenou um ataque à Ucrânia em 24 de fevereiro, contrariando esforços diplomáticos de resolução de conflito. Os motivos foram diversos, e passam de expansão da influência de Putin a movimentos separatistas na Ucrânia - assim como anexação de território do país gigante e a aproximação de influências do Ocidente.

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Desde o início do conflito, milhares de ucranianos buscam abrigo em países vizinhos. A Rússia reafirma que não vai atacar territórios civis, mas há relatos de mísseis em cidades, além dos efeitos de ricochete em interceptações aéreas.