Semana da Arte Moderna de 22: 5 obras literárias essenciais do Brasil [LISTA]

A Semana da Arte Moderna completa 100 anos em 2022 - por isso, separamos cinco obras literárias essenciais para você conferir

Redação Publicado em 09/02/2022, às 18h49

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A Hora da Estrela e Macunaíma (Fotos: Reprodução)

A Semana de Arte Moderna, também conhecida como Semana de 22, foi realizada pela primeira vez entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo. O evento foi um divisor de águas na cultura brasileira, marcando a primeira manifestação coletiva a favor de um espírito moderno na arte. 

Em 2022, a Semana de Arte Moderna completou 100 anos. Pensando nisso, a Rolling Stone Brasil separou cinco obras literárias essenciais do Brasil para relembrar o período da Semana de 22. Confira:

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A Hora da Estrela (1977)

Escrito por Clarice Lispector, A Hora da Estrela é um romance literário que narra a história da datilógrafa alagoana Macabéa, mulher que migra para o Rio de Janeiro. Com isso, sua rotina é narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.


Macunaíma (1928) 

Macunaíma, de Mário de Andrade, é considerado a obra-prima do autor. A história é fruto de pesquisas sobre as origens e cultura do povo brasileiro, e narra a história do herói índio Macunaíma, contando desde seu nascimento na selva até sua morte e transfiguração.

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Capitães da Areia (1937)

Obra do escritor brasileiro Jorge Amado, Capitães da Areia retrata a vida de um grupo de crianças abandonadas que crescem nas ruas da cidade de Salvador, Bahia, vivendo em um trapiche e roubando para sobreviver.


Vidas Secas (1938)

Vidas Secas é considerada a maior obra de Graciliano Ramos. Narrado em terceira pessoa, o livro é o último romance do autor — e aborda uma família de retirantes do sertão nordestino diante de problemas como a seca, a miséria, a fome, a desigualdade social, e mais.

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Grande Sertão: Veredas (1956) 

Grande Sertão: Veredas é um romance modernista escrito pelo autor brasileiro João Guimarães Rosa, e publicado em 1956. A história gira em torno do velho jagunço Riobaldo, também conhecido como Tatarana ou Urutu-Branco, quem trocara a vida que conhecia pela tranquilidade da fazenda, narrando a sua vida a um jovem doutor que chegou a suas terras.