Talk That Talk

Talk That Talk

Rihanna

Guias / CDs - CARLOS EDUARDO LIMA Publicado em 09/12/2011, às 12h40 - Atualizado às 12h46

Prolixa, cantora entrega disco que fica entre a fórmula e a criatividade

Rihanna impressiona pela velocidade com que lança seus discos. Pouco mais de um ano após o fraquinho Loud ver a luz do dia, ela solta um novo feixe de canções feitas para a pista de dança e/ou servir de trilha sonora para as noites do mundo. Nada que seja muito diferente de seu habitat, principalmente porque a ideia aqui, como em todos os outros álbuns de sua carreira, é galgar mais e mais posições nos Top 10 ao redor do planeta e reafirmar a imagem de bad girl da moça. Dito e feito: Talk That Talk traz um monte de canções que parecem feitas em laboratório, cheias de inflexões moderníssimas, visitando até tonalidades de Bangladesh na pouco ortodoxa “Cockiness (Love It)”. Há outros momentos legais como o single “We Found Love”, em parceria com Calvin Harris, a eletrônica e crescente “Where Have You’ve Been”, a simpática “You’re Da One” e a ensolarada “Watch’n’Learn”, mas o grande e surpreendente tesouro deste disco chama-se “We All Want Love”, uma semibalada com vocalizes no refrão, instrumental econômico, letra otimista sobre relacionamentos e uma melodia pra lá de bonita. Serve de confirmação da regra de que dentro de toda femme fatale habita uma menina inocente e carente de amor sincero. O que importa é que este novo trabalho da embaixadora de Barbados no mundo vem quase no mesmo nível de seu maior sucesso até hoje, Good Girl Gone Bad. Rihanna ainda ficará nas paradas por muito tempo.

Fonte: Universal

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