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Os 6 melhores filmes
de jazz e blues, 

segundo o Rotten Tomatoes


O blues e o jazz já foram retratados
muitas vezes nos cinemas. Os filmes tratam
sobre as variadas dinâmicas presentes na
música, os conflitos, as relações de poder
e as mudanças causadas pela fama. 

Blues e jazz nos cinemas


Em dezembro de 2020, a Netflix lançou A Voz
Suprema do Blues, filme elogiado com Viola
Davis e Chadwick Boseman que está entre os
favoritos na temporada de premiações.

A Voz Suprema do Blues


Com o sucesso da produção da Netflix, o site
Screen Rant listou os seis melhores filmes de jazz
e blues, segundo o Rotten Tomatoes; confira:

Melhores filmes de jazz e blues


Cotton Club (1984)


O músico Dixie passa a frequentar o Cotton Club
após salvar um gângster de um atentado.
Entre muita música e dança, ele atrai problemas
ao se envolver com a amante do chefe em segredo. 


A Voz Suprema do Blues (2020)


Ma Rainey, conhecida como 'Mother of the Blues',
precisa lidar com o ambicioso trompista Levee
durante a tensa gravação do disco dela, enquanto
lida com os gerentes, que buscam controlá-la.


Bird (1988)


Este filme relembra a trajetória da lenda
do jazz Charles 'Bird' Parker e todos os
dilemas amorosos, profissionais e de
saúde que ele enfrentou ao longo da vida. 


O Ocaso de uma Estrela (1972)


O Ocaso de uma Estrela retrata a história Billie
Holiday, que, antes de se tornar um dos grandes
nomes do blues, precisou trabalhar como faxineira
e até mesmo prostituta para se sustentar.


Por Volta da Meia-Noite (1986)


O músico Dale se muda para Paris em uma
tentativa de superar os problemas do passado.
Mas, quando ele decide voltar para casa, ele
enfrenta novamente os antigos dilemas
familiares e de vício.


Whiplash: Em Busca
da Perfeição (2014)



Andrew sonha se tornar uma lenda da bateria e
consegue entrar para a orquestra principal do
conservatório de Shaffer. Porém, a conquista
vem com muitos obstáculos, que afetam a vida
pessoal e a saúde mental do músico.


créditos: 
 TENOR

texto: 
Julia Harumi Morita
e Camilla Millan
EDIÇÃO: flávia alessandra