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Castello Branco: do monastério para o mundo, o artista da TuneCore encanta com seu som único na série Na Mira

Na primeira edição da nova atração da distribuidora musical, conhecemos mais sobre a trajetória do cantor que mistura o sobrenatural com o folclore em suas músicas

Redação Publicado em 15/09/2021, às 09h43

Artista da TuneCore encanta com seu som único na série Na Mira
Lumina Kikuchi
Compartilhando histórias sobre suas carreiras e músicas, diversos artistas independentes protagonizam a nova série da distribuidora de música digital TuneCore, Na Mira. O programa contará com entusiastas de toda a América Latina e promete dividir com o mundo a trajetória desses cantores, desde os primeiros passos até a tão almejada visibilidade em playlists nas plataformas digitais.
 
Sendo o primeiro convidado, Castello Branco, que atua junto com a TuneCore desde 2012, conta com detalhes como a sua infância moldou sua música e suas referências. Tendo a vida marcada pela educação singular que teve no monastério, o cantor chegou a seguir, por muito tempo, uma série de valores orientais, como a lei do silêncio, o celibato e a pobreza por escolha.
 
Mesmo após ter fugido do monastério, o artista não cedeu à monotonia do cotidiano. Abraçando a vida nômade, o compositor teve que percorrer um longo caminho para chegar aonde está hoje. Após muitos anos de ponderação, Castello entendeu que seu dom para a música, somado a todas as suas experiências de vida, tinha de ser compartilhado com o mundo e, então, deu início à sua carreira solo.
 
 
Hoje, com mais de 300 mil ouvintes mensais no Spotify, o músico segue encantando a todos com seu resgate às raízes culturais com seu som único, que só pode ser sentido, mas jamais descrito.
 
Histórias incríveis sobre esse talentoso cantor é o que não falta. Então, se você ficou curioso e quer saber mais sobre Castello, não deixe de conferir a entrevista maravilhosa que ele cedeu a Rolling Stone Brasil.
 
O que fez com que você começasse a fazer música?
Comecei a fazer música porque, desde muito pequeno, eu sinto que os adultos são aflitos. No meu som, eu tento retratar essas aflições e, com a ajuda das canções, busco também ajudar todos que se sentem dessa forma.
 
De onde você tira as inspirações para as suas produções?
A minha grande necessidade de dizer o que sinto me ajuda muito na produção. E assim, de um jeito meio natural, as coisas vão saindo, tanto em texto como em som. A única coisa é que para fazer samba tem que ter assunto, então esse processo é um pouco diferente.
 
Você acredita que as suas vivências, desde o monastério até a sua vida nômade, influenciam no seu som?
Com certeza! Experimentar um outro olhar sobre as coisas me ajudou muito a entender o que eu viria a comunicar para o mundo.
 
Desde o começo da sua carreira você está com a TuneCore, portanto, você cresceu e evoluiu junto com a distribuidora. Quais foram os maiores desafios de todo esse processo de ser um artista independente com o apoio de uma grande empresa?
Para mim, o maior desafio foi, e ainda é, a responsabilidade de entender e trabalhar junto com o mercado. Muitos artistas não buscam entender sobre como ele está funcionando e nem abrem um diálogo com as distribuidoras. Vou ser sincero e dizer que eu entendo, até porque, afinal, eu adoraria ficar só no artístico. Tive que correr muito atrás para aprender a dialogar com as plataformas e poder entender como funcionam as coisas.
 
E quais dicas você pode dar para os músicos independentes que estão começando agora?
Eu diria para eles procurarem entender como querem se colocar no mercado, além de buscar ter noção tanto do business quanto da arte.
 
Como você tem essa relação de longa data com a TuneCore, como está sendo para você participar da série “Na Mira”?
Fico muito feliz, afinal, eu adoro a TuneCore, me sinto seguro com eles. E, o mais importante de tudo, é uma distribuidora justa.
 
Falando um pouco sobre as suas produções, o seu último lançamento, Zanga, foi um grande sucesso! Como foi fazer essa música, desde o processo de criação até a parte de divulgação?
Essa música tem a participação do inglês Hugo Harrison (Vanilla), de quem eu já era fã há muitos anos. Então, quando ele topou produzir a faixa comigo, eu fiquei super feliz! Compus a música e produzimos juntos. Posso dizer que foi uma experiência incrível. 
 
E o que podemos esperar das próximas produções do Lucas do futuro? Ficamos sabendo que seu próximo lançamento vai contar com algumas participações, então quais spoilers você pode nos dar sobre isso?
Dando um spoilerzinho, posso contar que o próximo disco tem DudaBeat, Rubel, Mahmundi e Ju (Francisco El Hombre). Ele chega nas plataformas no dia 12 de novembro, no último dia da COP26 (Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas).
 
Como você lida com o fato de que você tem mais de 25 milhões de streams nas plataformas? Você acha que isso afeta a sua música de alguma forma? Se sim, como?
Trabalhei muito para que minha música fosse maior que minha imagem, e fico feliz de ver que o caminho segue crescendo para esse lado. Gosto muito da imagem, me arrisco, brinco, mas no fim das contas o que eu estou dizendo e cantando sempre foi o mais importante. Vejo que as pessoas sentem isso e valorizam isso, então é muito gratificante.
 
E conta pra gente… percebemos que, apesar de a sua música ser sensível e ainda ter o aporte do violão, isso não impediu que você fizesse diversas parcerias com figurões da música eletrônica. Como isso funciona para você e seu som?
Amo a música eletrônica e sempre tive muita abertura com eles (produtores de música eletrônica). Apesar de nunca ter sido intencional fazer parceria com eles, acabou sendo super fluido. Acho que tinha que ser mesmo! De qualquer forma, pretendo continuar produzindo parcerias com a cena nos próximos anos. 
 
Por fim, tem algum recado que você queira mandar para a galera? Fique à vontade!
Eu diria para todos terem fé no afeto. Isso muda o mundo!
 
 Anota na agenda: a parceria da TuneCore com a Billboard, na Argentina, e a Shock, na Colômbia, ainda vai apresentar uma série de artistas! Fique de olho na programação para conhecer mais sobre esses compositores, suas músicas e peculiaridades.
 
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