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Música / Show

Kevin o Chris promete celebrar funk no Lollapalooza: 'É mais do que música, é vivência e cultura'

Mais uma vez no line-up do Lollapalooza Brasil, Kevin o Chris também falou com a Rolling Stone Brasil sobre preconceito contra artistas do funk

Kevin o Chris (Foto: Divulgação)
Kevin o Chris (Foto: Divulgação)

Um dos principais nomes do funk brasileiro dos últimos anos, Kevin o Chris é um nome constante nos principais festivais de música espalhados pelo Brasil. Mais uma vez atração do Lollapalooza Brasil, o cantor prometeu uma celebração do funk na edição de 2024 do evento. O show dele acontece neste sábado, 23, às 18h50 (horário de Brasília), no Palco Alternativo.

À Rolling Stone Brasil, o responsável por hits como "Faz um Vuk Vuk (Teto Espelhado)," "Tá OK," "recadin no espelho" e "Papin" expressou bastante felicidade em se apresentar mais uma vez no Lollapalooza. "Eu sei o peso que tem minha participação em um evento como esse e o tanto de sonhos que carrego comigo ao pisar no palco," afirmou.

Cantar no Lolla não é sobre uma conquista pessoal, a parada é sobre representatividade, sobre levar nossa voz da favela para geral e fazer com que escutem nosso som. Estamos quebrando preconceitos e mostrando que o preto favelado também pode estar no topo e levar sua arte à galera.
Kevin o Chris
Kevin o Chris (Foto: Divulgação)

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Apesar do funk ter bons números de audiência, Kevin o Chris lamentou barreiras e preconceitos que os artistas do gênero enfrentam: "O funk é um dos gêneros musicais mais populares do Brasil, mas ainda não tem o espaço que merece na mídia e em grandes eventos. A presença do funk em festivais como o Lollapalooza é um passo importante nessa direção, mas ainda tem muita coisa para rolar para que nosso som seja valorizado de verdade."

"De pouco em pouco vencemos as barreiras e fazemos o funk crescer não só no Brasil, mas também no mundo. E eu fico felizão em contribuir com isso e agarro todas as oportunidades que surgem para fortalecer ainda mais o gênero," continuou o artista. "Quero mostrar ao mundo que nosso som é mais do que música, é vivência e cultura. Isso é só o começo, tá ligado? Tem muita coisa boa por vir!"

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