Lana Del Rey quer que Lorde a reconheça publicamente como inspiração de 'Stoned At The Nail Salon'; entenda

Lana Del Rey já está ganhando direitos autorais pela canção, segundo relatou site

Redação Publicado em 23/09/2021, às 10h23

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Lana Del Rey (Foto: Reprodução / YouTube) | Lorde (Foto: Steven Ferdman/Getty Images)

Lana Del Rey quer que Lorde a reconheça publicamente como uma inspiração para a composição da faixa e single de 2021, "Stoned At The Nail Salon," que integra o novo disco da cantora neozelandesa, Solar Power(2021).

Desde o início, a canção de Lorde foi comparada com as músicas de Del Rey, "Wild At Heart" e "Hope Is A Dangerous Thing For A Woman Like Me To Have," lançadas em 2021 e 2019, respetivamente, via Blitz

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A equipe de Lana Del Rey concordou com as comparações pontuadas pelos fãs, contatando os representantes da dona do hit "Royals", os quais sugeriram pagar os direitos autorais. E, segundo relata o jornal The Sun, a cantora de "Young and Beautiful" já recebe uma certa porcentagem pela canção. 

De acordo com as informações, além do retorno financeiro, Lana Del Rey quer que a artista neozelandesa reconheça publicamente a inspiração para evitar que este caso seja levado ao Tribunal, com as duas partes chegando a um acordo amigavelmente.

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Compare as canções abaixo:

"Stoned At The Nail Salon"


"Hope Is a Dangerous Thing"


"Wild At Heart"


Lorde

Aos 16 anos, Lorde conquistou aprovação de críticos, músicos e do público com o hit "Royals," lançado em 2013. Desde então, a cantora lançou três discos de estúdio, incluindo o aclamadíssimo Melodrama, e o último divulgado em 2021.

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No terceiro disco da carreira, Solar Power (2021), a artista reconstrói a sonoridade, a estética e a filosofia dela com acordes radiantes e melodias nostálgicas. "O projeto não é o álbum que idealizamos, mas ainda nos atrai com versos sinestésicos e as harmonias vocais etéreas."

Autêntico e diferente do que esperávamos de Lorde, Solar Power não quer reviver uma era do passado ou elementos e musicalidades da discografia os quais deram certo. Pelo contrário. O terceiro disco encontra um novo espaço de criação da cantora — um respiro, celebração, reencontro e reinvenção.

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