Machine Gun Kelly quebra copo com a testa e canta com o rosto coberto de sangue; assista

'Mano, eu não dou a mínima' disse Machine Gun Kelly antes de quebrar copo em seu rosto em festa após show em Nova York

Redação Publicado em 29/06/2022, às 13h34

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Machine Gun Kelly. (Foto: GettyImages)

Em sua after party, Machine Gun Kelly quebrou um copo com o próprio rosto e cantou “My Ex Best friend” coberto de sangue. A performance aconteceu depois de seu show com ingressos esgotados na Madison Square Garden em Nova York.

O músico estava em cima da mesa de um restaurante e disse “Mano, eu não dou a mínima"—antes de quebrar uma taça de champanhe na testa. O vídeo foi compartilhado nos stories com a legenda “e isso é quando as coisas mudam…”. Ao invés de se socorrer, o MGK continuou cantando enquanto limpava o sangue com guardanapos.

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Machine Gun Kelly está em turnê nos Estados Unidos para divulgar seu último álbum Mainstream Sellout (2022), lançado em março.


Life in Pink e problemas com drogas

Life in Pink (2022), é um documentário sobre a vida de Machine Gun Kelly. O filme estreou no Star+ este mês e trata da vida do cantor antes da fama, bastidores de shows e vídeos caseiros.

O filme conta com aparições de sua namorada, Megan Fox, além de Travis Barker (Blink-182), sua filha Casey Colson, e seu falecido pai. O documentário também traz relatos de problemas familiares, relação com os fãs, haters e produção de seus discos. 

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Em trecho, o cantor detalha problemas com drogas e pensamentos suicidas após uso das substâncias (via NME).

"Eu não conseguia sair do quarto. Começou a ficar muito, muito, muito sombrio. Comecei a te essa paranoia muito selvagem. Ficava sempre pensando que alguém viria para me matar," explicou sobre um dos episódios.

As dificuldades o levaram a buscar a sobriedade: "Chamei Megan [Fox] e falei: 'Você não me ajuda.' Eu estava no meu quarto, surtando com ela, com o silêncio de Megan. Foi quando comecei a perceber que algo não estava certo."

Após procurar ajuda profissional, MGK decidiu parar com as drogas. Isso, no entanto, não significou fim dos problemas do músico, que passou a se dedicar inteiramente ao trabalho: "Fiquei viciado em uma droga nova, que é o trabalho. Sinto como se tivesse cavado um buraco muito profundo do qual preciso sair. Cavar mais em direção ao que importa, como um bom pai."

Life in Pink foi dirigido por Sam Cahill e oferece olhar profundo sobre a vida do músico, traçando os altos e baixos dramáticos de sua vida e carreira, segundo sinopse.

 
 
 
 
 
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