Michael Jackson: Colaborador do astro revela como ele era no estúdio

Glen Ballard, colaborador do astro nos discos Thriller (1982), Bad (1987) e Dangerous (1991), elogiou Rei do Pop

Felipe Grutter (com supervisão de Yolanda Reis) Publicado em 06/10/2021, às 09h01

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Michael Jackson (Foto: Win McNamee / Getty Images)

Glen Ballard, letrista e produtor musical que colaborou com Michael Jackson em discos como Thriller (1982), Bad (1987) e Dangerous (1991), revelou como o astro era no estúdio, segundo informações do Express. O músico também coescreveu o hit "Man In The Mirror." Como o site apontou, Ballard teve a grande chance em Thriller.

Durante divulgação de Back to the Future the Musical, no qual escreveu letras com Alan Silvestri, Glen Ballard compartilhou: "Eu era apenas um jovem compositor e eles gostavam das minhas músicas. De alguma forma, envolvi-me com Quincy Jones e Rod Temperton em um disco de George Benson chamado Give Me the Night (1980)."

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"Trabalhei em Thriller. Escrevi uma música para o disco, mas não foi para a versão final e, na verdade, Michael e eu fizemos uma pequena demo dela no estúdio em Westlake," continuou. "Na semana seguinte, Michael Jackson apareceu com duas novas canções. Uma se chamava 'Billie Jean' e a outra 'Beat It.' Então, tiraram minha musiquinha do disco. Mas, você sabe, nunca reclamei porque as outras duas músicas eram muito melhores!"

No entanto, Glen Ballard também trabalhou em Bad, e teve a sorte de conseguir emplacar um primeiro lugar na Billboard com "Man in the Mirror." "Foi uma das melhores semanas da minha vida, sentimos como algo especial acontecia naquele álbum. Tive a sorte de estar lá e de ter trabalhado com Quincy Jones. Trabalhei como produtor de equipe com ele por três anos," comentou o produtor de 68 anos.

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Por fim, Ballard revelou como era estar com o Rei do Pop em estúdio: "Michael foi muito generoso com seu tempo e com paciência. Fazer discos nos anos 1980 era muito mais difícil. Para obter faixas suficientes, precisávamos fazer todos os tipos de artifícios para torná-lo algo moderno, onde você tinha faixas ilimitadas. Michael sempre foi paciente. Sempre foi uma doce presença e encorajador."