Nirvana: Nevermind, disco clássico da banda, ganha edição especial de 30 anos com 70 faixas inéditas

Clássico do Nirvana, o disco Nevermind fez 30 anos em setembro de 2021 — e ganhou uma edição comemorativa com diversas faixas inéditas

Redação Publicado em 12/11/2021, às 13h46 - Atualizado às 14h01

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Capa de Nevermind (Foto: Divulgação)

Segundo disco de estúdio do Nirvana, Nevermind não foi apenas um grande marco para banda. O trabalho, lançado em setembro de 1991, foi responsável por influenciar e reinventar a música mundial — e, para comemorar os 30 anos de estreia, o trabalho emblemático ganhou uma edição especial nesta sexta, 12 de novembro.

Conforme anunciado pela Universal Music, a edição especial de Nevermind tem 94 faixas de áudio e vídeo, sendo 70 inéditas. Ainda, o formato da edição comemorativa foi remasterizado das fitas estéreo analógicas originais para uma versão em alta resolução. Ouça e baixe neste link.

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A edição comemorativa de 30 anos de Nevermind, disponível na loja oficial da Universal Music, engloba diversas configurações multiformato, como uma edição Super Deluxe, o CD ou o digital padrão e, inclusive, um vinil de disco único com bônus de 7 polegadas.  

O material exclusivo da edição especial de Nevermind também inclui quatro shows ao vivo exclusivos da banda: Live in Amsterdam (gravado e filmado em 25 de novembro de 1991 no clube Paradiso), Live in Del Mar (gravado em 28 de dezembro de 1991 na Califórnia), Live in Melbourn (gravado em 1 de fevereiro de 1992 na Austrália) e Live in Tokyo (gravado no Japão em 19 de fevereiro de 1992).

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Os quatro shows remasterizados estão nas Edições Nevermind Super Deluxe, disponíveis em vinil, CD e Blu-ray.

Nevermind: polêmica sobre a capa

A banda Nirvana está sendo processada pelo uso da imagem do bebê nu na capa de Nevermind (1991). Protagonista da foto, Spencer Elden entrou com uma ação contra os integrantes sobreviventes (Dave Grohl e Krist Novoselic) e o espólio de Kurt Cobain por violarem estatutos federais de pornografia infantil, segundo relatou Elden.

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As informações confirmadas pelos relatórios do TMZ e os documentos analisados pela Pitchfork também apontam que Elden afirma que, além das violações dos estatutos, houve exploração sexual infantil, porque ele não poderia consentir pelo uso da imagem em 1991 quando ainda era uma criança.