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Paul McCartney 'culpa Bruce Springsteen' por existirem shows longos

Segundo Paul McCartney, Beatles faziam shows de apenas 30 minutos quando estavam no auge da carreira

Redação Publicado em 30/06/2023, às 10h01

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Paul McCartney (Foto: Kevin Winter/Getty Images) e Bruce Springsteen (Foto: Ilya S. Savenok/Getty Images)
Paul McCartney (Foto: Kevin Winter/Getty Images) e Bruce Springsteen (Foto: Ilya S. Savenok/Getty Images)

Ao longo dos anos, a indústria da música evoluiu em diversos aspectos e apresentou diversas mudanças, como a duração de shows, que passaram a ter maiores. Porém, Paul McCartney reclamou disso e atribuiu a culpa a Bruce Springsteen, responsável por hits como "Dancing In the Dark," "I'm On Fire" e "Born in the U.S.A."

Durante participação no podcast Needs A Friend, apresentado por Conan O'Brien, o lendário integrante dos Beatles comentou como as setlists ficaram cada vez mais extensas. Como McCartney explicou, Springsteen foi quem iniciou a tendência de realizar apresentações com horas de duração - e outros artistas não conseguiriam realizar shows mais curtos.

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Além disso, Macca comentou como o Fab Four fazia shows de apenas 30 minutos quando estava no auge, nos anos 1960 - e os fãs nunca reclamaram disso. "Hoje em dia, basicamente há o ato principal e pode haver um ato de abertura," afirmou.

Naquela época [nos anos 1960], era muita gente na conta porque ninguém fazia muito tempo, agora as pessoas vão fazer três ou quatro horas. Eu culpo Bruce Springsteen – eu disse isso a ele: 'A culpa é sua, cara.

"Agora não dá para fazer uma hora, a gente fazia meia hora. Isso foi coisa dos Beatles – meia hora e éramos pagos por isso," continuou o astro do rock mundial. Em outro momento da conversa, ele justificou o motivo das apresentações ao vivo durarem menos no passado.

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"Tentei descobrir por que era tão curto. Bem, porque havia muita gente na conta. Acho que quando você ia a uma coisa, se fosse um comediante, o promotor dizia: 'Quanto tempo você consegue? Quatro minutos?' O cara dizia que sim, então eles faziam quatro e então pensávamos: 'Bom, meia hora disso é épico.' Não parecia estranho," disse Paul McCartney.