11 prisões dos integrantes dos Rolling Stones: drogas, brigas e, bom, mais drogas

Namoradas e esposas dos integrantes também se envolveram em confusões com a polícia

Redação Publicado em 04/03/2020, às 10h04

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Rolling Stones em 1965 (Foto: Gerhard Rauchwetter/AP)

Os integrantes do Rolling Stones já se envolveram em diversas confusões com a lei ao longo da carreira. E as prisões foram protagonizadas até por alguns familiares deles, por motivos que variam de uso de drogas a pichação, como lembrado pelo site Ultimate Classic Rock.

Em 12 de fevereiro de 1967, Mick Jagger estava em uma festa na casa de Keith Richards quando os dois foram presos pela primeira vez, após a polícia receber uma denúncia de uso de drogas na residência de Richards.

Jagger recebeu uma sentença de três meses de prisão, enquanto o guitarrista dos Rolling Stones foi sentenciado a um ano atrás das grades. Os dois recorreram e, dois meses depois, as penas foram dispensadas. Em 10 de maio daquele mesmo ano, Brian Jones foi preso por posse de maconha e uso da erva no apartamento onde morava, mas também não cumpriu sentença.

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Em 1968, Jones voltou a ser preso pelo mesmo motiuvo. Dessa vez, porém, ele deveria passar um tempo na cadeia. Um psiquiatra alegou que ele sofria de problemas mentais e então conseguiu a liberação dele, mas a situação complicou a obtenção de visto para turnês nos Estados Unidos.

Poucos dias após a segunda prisão de Jones, em 24 de maio de 1968, os Rolling Stones lançaram o single “Jumpin’ Jack Flash” e Mick Jagger foi preso mais uma vez por… posse de maconha. A namorada do vocalista na época, Marianne Faithful, também foi detida.

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Em fevereiro de 1972, a esposa de Charlie Watts causou problemas ao baterista. Shirley Ann Shepherd foi presa após fazer um escândalo no Aeroporto Internacional de Nice, na França, ao xingar e até mesmo agredir autoridade na alfândega.

Em 18 de julho do mesmo ano, Mick Jagger e Keith Richards foram mais uma vez detidos, dessa vez por terem partido para a briga com um fotógrafo. Os Rolling Stones tinham um show em Boston naquele dia e, para garantir que a apresentação não fosse cancelada, o prefeito da cidade na época, Kevin White, se responsabilizou e liberou os dois.

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No ano seguinte, em 1973, Richards foi preso na casa dele, em Londres, e foi acusado por posse de diversas drogas e apetrechos, como resina de maconha, heroína chinesa, comprimidos de mandrax, seringas, cachimbos e colheres queimadas. Os registros judiciais do caso se tornaram públicos em 2011 e revelaram que Richards também tinha em posse uma pistola carregada, um rifle e 110 cartuchos de munição. Com a alegação de que as armas eram de inquilino, ele se livrou de maiores problemas.

Richards voltaria a ser encarcerado em 1975, quando estava em Fordyce, uma cidade no estado norte-americano de Arkansas. Após almoçar, ele foi parado por policiais por direção irresponsável e houve uma busca no veículo por drogas, por suspeita de que ele tivesse fumado maconha. Os oficiais encontraram menos de duas gramas de cocaína em uma mala que, supostamente, pertencia a outra pessoa. Richards passou no teste de sobriedade, mas foi citado por porte de uma faca de caça, considerada uma arma ilegal na época.

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Em 27 de fevereiro de 1977, ocorreu uma prisão que poderia ter significado o fim dos Rolling Stones. A polícia encontrou heroína no quarto de hotel de Keith Richards no Canadá e ele foi acusado de “posse de heroína para fins de tráfico”, o que poderia resultar em uma condenação de sete anos de cadeia até uma pena perpétua no país.

Ele teve o passaporte confiscado e permaneceu no país até abril daquele ano. Richards se declarou culpado e o depoimento de uma fã dos Rolling Stones com deficiência visual fez toda a diferença para que ele fosse liberado. 

No final de 1990, Ron Wood foi preso após uma briga com a namorada dele na época. Ele recebeu uma advertência por agressão.

O último incidente envolvendo Keith Richards foi em 2011, quando a filha dele, Theodora, foi presa em Nova York e acusada de pichação, posse de instrumento para grafite e de uma substância controlada, que teria oito pílulas não identificadas consigo no ato da prisão. Ela disse aos policiais que havia comprado a substância na rua.


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