6 Easter eggs de Brooklyn Nine-Nine que você provavelmente não percebeu [LISTA]

Confira os melhores detalhes escondidos na sitcom

Redação Publicado em 29/04/2021, às 18h13

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Elenco de Brooklyn Nine-Nine (Foto: Divulgação / Fox)

Brooklyn Nine-Nine é uma das sitcoms mais queridas da atualidade. A história acompanha a desastrada equipe de detetives da 99ª Delegacia de polícia do Brooklyn e conquistou fãs ao redor do mundo. O sucesso está relacionado, principalmente, aos personagens cativantes, bom-humor e reflexões acerca de pautas urgentes como homofobia, machismo e racismo.

Mesmo com o público atento para criar várias teorias ao longo das temporadas, alguns Easter eggs podem passar despercebidos. Pensando nisso, o Screen Rant listou os melhores detalhes escondidos de Brooklyn Nine-Nine. Confira:

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A posição de dormir do Holt

No episódio O último caso, o capitão Holt (Andre Braugher) decide ser o mentor da detetive Amy Santiago (Melissa Fumero) por um dia, porque está com medo da delegacia fechar.

Ele dá diversos conselhos e ensina duas únicas posições aceitáveis para dormir: de barriga para cima com os braços cruzados ou com os braços ao lado do corpo. Posteriormente, no episódio 99 da quinta temporada, é possível ver o capitão dormindo exatamente nessa posição em uma cena na casa de Boyle (Joe Lo Truglio).

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A Shoulder Nova

No sexto episódio da terceira temporada, Gina (Chelsea Peretti) ajuda Amy com o marketing para um novo negócio: uma lanterna presa no ombro, a qual Gina chama de "Shoulder Nova." Apesar da ideia ser rejeitada, o acessório aparece novamente no episódio Procurando Amy em uma breve cena da detetive lendo na cama.


Rosa e Arlo

Na terceira temporada, o cachorro de Boyle morre e, para ajudá-lo, Rosa (Stephanie Beatriz) decide dar a ele um novo filhote, chamado Arlo. No entanto, ele recusa por não querer substituir o antigo animal de estimação.

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Rosa decide ficar com o cachorro e, ao longo dos episódios, Arlo é mencionado outras vezes, como quando ela pede a Terry (Terry Crews) e Holt para levá-lo ao Pimento(Jason Mantzoukas) na Argentina, época em que a personagem estava presa. A detetive também questiona o porquê de Cheddar poder ir para a delegacia enquanto Arlo nunca pôde.


Amy vestida como Jenny Gildenhorn

Quando Jake (Andy Samberg) finalmente consegue levar Amy para um encontro terrível no episódio A Aposta, pede a ela para usar um vestido azul bufante. Segundo o detetive, era a mesma roupa usada pela paixão de infância de Jake, Jenny Gildenhorn, durante o Bar-Mitzvah dele. Em um flashback no último episódio daquela temporada, Jenny termina com Jake enquanto usa o mesmo vestido de Amy.

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O gramado de Holt

Ao longo da série, Holt se mostra alguém extremamente limpo e organizado, algo muito contrastante com os comportamentos de Jake. Apesar de ficarem muito próximos, as diferenças nem sempre são deixadas de lado.

No primeiro episódio da quarta temporada, os dois se escondem de Jimmy "The Butcher" Figgis (Eric Roberts). Em uma das cenas, é possível ver o capitão fazendo um grande esforço para preservar o gramado da casa onde estão, mas o detetive não dá a mínima importância para isso.

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CJ não consegue fechar as cortinas

O capitão Holt é substituído por Jason "CJ" Stentley(Ken Marino) na quarta temporada, e a equipe logo percebe como o novo chefe é desastrado. Em uma das cenas, Terry diz que ele derrubou chocolate quente em si próprio e, como não conseguiu fechar as cortinas, trocou de roupa com a janela aberta.

Posteriormente, o público descobre que as cortinas não foram fechadas corretamente porque CJ estava tocando bongô. Além disso, o instrumento ficou em uma das prateleiras do escritório mesmo após o capitão se transferir. 

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No começo de cada ano, um objetivo: ler mais livros. Responsabilidades e prioridades interferem no dia a dia e as histórias ficam para trás. No entanto, é possível consumir bons contos sem recorrer a Ulysses (1922), de James Joyce ou Guerra e Paz (1867), de Tolstói. Bons livros podem vir em pequenas doses, e serem aproveitados naquele fim de semana separado especialmente para isso.

Selecionamos uma lista de seis livros curtos, mas ótimos, do clássico ao contemporâneo para ler em um dia:

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O Velho e o Mar - Ernest Hemingway (1952)

Depois de 84 dias sem pescar nada, o velho Santiago consegue fisgar um marlim gigante, o maior peixe que já viu. Passa três dias lutando contra o animal ao tentar trazê-lo para a praia, quer provar como ainda é um bom pescador, apesar da velha idade. 

Durante o embate entre ele e o peixe, um monólogo interior de Santiago começa. Junto dele, vêm as dores, machucados, dúvidas e dificuldades para domar o peixe. Quando finalmente consegue, outro obstáculo aparece no caminho.

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O Velho e o Mar é um retrato do tempo do autor em Cuba e se tornou um clássico da literatura contemporânea. Após a publicação, Hemingway recebeu o prêmio Nobel de Literatura.


As Cidades Invisíveis - Ítalo Calvino (1972)

Inspirado por Shakespeare e Hemingway, Calvino traz uma mistura entre realidade e ficção. Esse livro de menos de 200 páginas é uma conversa entre duas figuras históricas: Marco Polo, viajante veneziano, e Kublai Khan, governante do Império Mongol do Século XI.

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Nessa rede de textos curtos, Marco Polo descreve diversas cidades do império do conquistador pelas quais teria passado. Calvino explora o conceito de cidade e aspectos como memória, símbolos, nomes e desejos. 

Não é uma narrativa histórica, é bastante ficcional, com anacronismos e reflexões filosóficas. É uma boa pedida para fãs da escrita de Calvino, a leitura parece a descrição de um sonho.

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A Filha Perdida - Elena Ferrante (2006)

Autora da Tetralogia Napolitana, Elena Ferrante conquistou leitores ao redor do mundo com o retrato cru e comovente da Itália. Nesta história, Leda começa aliviada por poder passar as férias sozinha, longe das filhas e das responsabilidades da maternidade. 

Viaja ao litoral italiano e conhece Nina, mãe de Elena, quem, por sua vez, é mãe de uma boneca. Torna-se obcecada por elas. Angústias e segredos do passado começam a despertar.

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A Filha Perdida fala de maternidade, amizade, disputa feminina e conflitos entre gerações, temas comuns na obra da autora. Para quem tem curiosidade de conhecer a escrita envolvente e cativante de Ferrante, mas não quer encarar a série de quatro livros, é a escolha perfeita.


A Morte de Ivan Ilitch - Liev Tolstoi (1886)

O livro começa no funeral de Ivan Ilitch. Não é spoiler, o título revela. Depois, ao longo da novela, voltamos para acompanhar sua vida e carreira de maneira cronológica. Juiz de vida abastada, descobre uma doença terminal na Rússia do Século XIX. A partir de então, passa a refletir sobre a existência. 

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Em menos de 100 páginas, o escritor criou uma história de partir o coração. É uma das obras mais famosas de Tolstói e uma boa alternativa para quem quer começar os autores russos por livros mais curtos e acessíveis.


O bem-amado - Dias Gomes (1962)

Para quem gosta de teatro, essa peça é para dar altas risadas. O Coronel Odorico Paraguaçu é prefeito de uma cidade pequenininha chamada Sucupira e a personificação caricata da política brasileira. 

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O objetivo de Odorico para ajudar na campanha política é inaugurar um cemitério. No entanto, um problema: precisa providenciar um morto em um vilarejo onde ninguém morre. Ora cômico, ora patético, O bem-amado é, acima de tudo, atual.


A Vegetariana - Han Kang (2007)

Dona de casa e mulher completamente banal, Yeonghye decide parar de comer carne abruptamente depois de um sonho. Então, começa a se distanciar da família — cujos poros, segundo ela, cheiravam a carne —, da sociedade e da própria humanidade. Tudo isso acontece em Seul, coração da cultura coreana e sua culinária muito baseada em produtos animais.

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A narrativa de Han Kang é dividida em três partes, cada uma com um narrador diferente, mas nunca a protagonista, mostra apenas como os outros a enxergam. É um livro inusitado, chocante e provocará pensamentos até muito tempo depois do término.