Amy Winehouse volta ao Caribe para terminar álbum

A decisão teria vindo por parte da gravadora; Salaam Remi, produtor do primeiro álbum da cantora, a acompanha

Da redação Publicado em 06/04/2009, às 13h31

Amy Winehouse está de volta ao Caribe, e dessa vez a mando da Island Records, para terminar o terceiro álbum - a gravadora rejeitou a primeira versão, por achar que a cantora inglesa tinha carregado muito nos sons do reggae e nas referências à relação "bomba-relógio" com Blake Fielder-Civil.

O selo de Amy, curiosamente, foi fundado na Jamaica - celeiro do reggae - por produtores britânicos, em 1959.

Segundo o jornal britânico The Daily Record, ela retornou à ilha de Santa Lucia para completar a missão com a ajuda de Salaam Remi, que produziu de seu primeiro álbum, Frank. Nenhuma palavra sobre Mark Ronson, produtor do segundo disco (no qual Remi também trabalhou), Back To Black - esse, sim, responsável pela projeção mundial de Amy. Até mês passado, ele era dado como certo para lapidar o novo trabalho.

Outro aspecto curioso: Remi e reggae não são dois estranhos no mesmo ninho. O produtor de hip-hop é conhecido por ter afinidades com o ritmo jamaicano - valeu-se dele em faixa produzida para o rapper Nas, por exemplo. Ele também produziu trilhas para filmes como Sex and the City e Diamantes de Sangue .

A volta de Amy à Inglaterra natal não durou dois meses. Na ilha caribenha, onde passou meses de férias e "pensa até em comprar um terreno", segundo fonte do jornal, está sendo cobrada por um novo "Rehab", uma das músicas mais tocadas de 2007. Não parece dar muita bola para a exigência.

"Ela sabe que tomará tempo até que apresente um álbum completo, com material digno. (...) Todos na gravadora querem um novo "Rehab", mas (Amy) tem ideias próprias. Algumas das canções são um bocado pessoais", disse a fonte.