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Assassino de John Lennon tem pedido de liberdade condicional negado pela 10ª vez

O comitê declarou que libertá-lo “seria incompatível com o bem-estar e segurança da sociedade”

Rolling Stone EUA Publicado em 24/08/2018, às 12h13 - Atualizado às 12h24

Mark Chapman
AP

Mark David Chapman, homem que matou John Lennon em 1980, na cidade de Nova York, teve o pedido de liberdade condicional negado pela 10ª vez por um comitê formado por três pessoas.

De acordo com a Reuters, o pedido foi negado pois libertá-lo “seria incompatível com o bem-estar e segurança da sociedade”. Essa justificativa dada pelo comitê é similar ao que foi declarado na última solicitação de Chapman, em 2016. Uma resposta quase idêntica foi fornecida em 2014.

O crime ocorreu quando Lennon e sua esposa Yoko Ono voltavam para casa após uma noite de gravações, em 8 de dezembro de 1980.

Depois de ter sido julgado por assassinato em segundo grau, Chapman foi condenado a prisão perpétua com direito de pedir condicional após os 20 primeiros anos. Desde que obteve o direito, em 2000, ele tenta a liberdade a cada dois anos.

Com o pedido recente negado, ele será mantido na prisão de segurança máxima Wende Correctional Facility, em Nova York, até pelo menos 2020, quando terá direito de fazer novamente o pedido de liberdade condicional.