Baterista deixa Five Finger Death Punch para virar policial

O ex-músico atuará como oficial de reserva em Indiana, onde cresceu

Redação Publicado em 11/06/2019, às 17h03

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Jeremy Spencer (Foto 1: Robert E. Klein/Invision/AP Foto 2: Reprodução / Instagram)

Jeremy Spencer, ex-baterista do Five Finger Death Punch, deixou a banda em dezembro de 2018 para virar um policial em Indiana, Estados Unidos, conforme contou em um post em seu Instagram nesta segunda, 10.

Embora more em Las Vegas, Nevada, Spencer escolheu servir como um oficial de reserva em outro estado pois cresceu em um local próximo, e vê a volta como uma nostalgia. “É uma honra poder voltar para esta área onde posso servir à comunidade como um policial de reserva e ajudar meus irmãos”, escreveu.

Quando saiu do Five Finger Death Punch, o baterista afirmou que seu corpo não conseguia cumprir toda a demanda física que o trabalho exige, já que tem problemas na coluna. Para servir como policial, precisa passar por uma cirurgia de substituição de discos danificados da coluna lombar, conforme explicou para os fãs nos comentários da foto. “Quando curar, eu começo a servir. Como sou oficial de reserva, farei isso só de vez em quando.”

Spencer falou com o WFIE sobre seu novo emprego. “Você vê o impacto que tem na vida de todo mundo. É muito importante.” Sobre sair do mundo musical, disse que “a vida é sobre ter novas experiências, então para mim foi ótimo, e acho que vai ser ótimo o que faço agora.”

O músico, porém, não descartou a possibilidade de voltar a tocar bateria um dia. “Eu estou ocupado agora, estou trabalhando em outros projetos. Mas o fato de eu não estar mais em uma banda não significa que me aposentei.”

O novo baterista do Five Finger Death Punch é Charlie Engen. A banda o encontrou no Instagram ao vê-lo tocar em vários vídeos.  “Ele é um baterista incrível”, disse Zoltan Bathory, guitarrista, ao Loudwire. “O engraçado é que foi Jeremy quem o encontrou. Eu segui, e quando ele falou [de Charlie] eu disse ‘ah, sim, esse menino é demais!’, e eu já pensei nele, o que foi ótimo. Então acho que podemos dizer que Jeremy quis passar seu bastão. Quase um conto de fadas mas sem fadas.” 

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