Billie Eilish, Maisie Williams e mais: As celebridades mais perigosas para pesquisar na internet

Muitas vezes, as pesquisas onlines se aproveitam de temas em alta para levar os navegantes à sites suspeitos e vírus

Redação Publicado em 22/10/2019, às 08h48

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Billie Eilish, Liam Hemsworth e Maisie Williams (Foto: Britta Pedersen / AP / Don Arnold)

A empresa de software de segurança cibernética, McAfee, fez um ranking das celebridades com mais chances de levarem os usuários à sites não seguros e com vírus.

A primeira da lista é a apresentadora do programa Love Island, Caroline Flack. Em seguida, está a estrela de Game of Thrones, Maisie Williams. E o terceiro lugar está ocupado pelo ator e apresentador, James Corden.

Para Raj Samani, cientista chefe da empresa, afirmou que não fica surpreso pelas pessoas usarem nomes em altas para mascarar conteúdos duvidosos.

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"Caroline Flack se consolidou como uma das apresentadoras de TV mais procuradas. Depois de outro ano de Love Island dominando o Reino Unido, eu não estou surpreso que ela esteja no top da lista deste ano [...] As pessoas querem estar atualizadas, o tempo todo, em qualquer aparelho, com as últimas notícias sobre o mundo pop e as celebridades."

O ranking ainda conta com a rapper Nicki Minaj; a nova sensação do pop, Billie Eilish; o dublador de Olaf em Frozen, Josh Gad; Mischa Barton; Sam Smith, Dua Lipa e Liam Hemsworth, respectivamente.

Samani também fala sobre o comportamento dos usuários e os erros cometidos por eles na hora de realizar pesquisas online. Para ele, os consumidores 'colocam a velocidade e a conveniência acima da segurança ao clicarem em links suspeitos que prometem conteúdos sobre nossas celebridades favoritas'.

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Por fim, o cientista alerta os navegantes sobre a o risco de acessar conteúdos suspeitos e a importância da segurança virtual.

"Os consumidores precisam pensar antes de clicar, para terem certeza de que estão acessando um conteúdo digital seguro e se protegendo de ameaças cibernéticas, que podem estar sendo usadas para invadir aparelhos ou roubar a identidades."