Cinquenta Tons de Cinza elimina chatices do livro, mas um Christian Grey sem carisma e sexo chocho destroem o apelo da história

Analisamos o longa mais polêmico do ano sob dois pontos de vista para concluir que a adaptação do livro de E.L. James acabou ficando bem sem graça

Redação Publicado em 11/02/2015, às 08h51 - Atualizado às 09h14

Christian Grey (Jamie Dornan) e Anastasia Steele (Dakota Johnson) no novo trailer de Cinquenta Tons de Cinza
Reprodução

Um dos livros mais debatidos dos últimos tempos, seja pela questionável qualidade literária ou pelo conteúdo mais picante, Cinquenta Tons de Cinza chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, 12, em uma adaptação que tenta equilibrar alguns dos problemas do livro, mas peca exatamente na falta de ousadia. Sob dois pontos de vista, analisamos os sucessos e os fracassos do longa.

Adaptação de Cinquenta Tons de Cinza torna a história mais palatável para o público masculino, mas não faz milagre

Por André Rodrigues

“Pronto, meninos. Vocês já podem conhecer os cinquenta tons de cinza sem se aborrecerem tanto.” Bem que esta poderia ser a frase usada pelos marqueteiros da adaptação cinematográfica do estrondo literário Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James. Leia a crítica na íntegra aqui.

Sexo chocho e um Christian Grey sem carisma destroem o apelo de Cinquenta Tons de Cinza

Por Bruna Veloso

A história de Anastasia Stelle, de 21 anos, virgem (e que nunca se masturbou) que inicia a vida sexual com o dominador sadomasoquista Christian Grey tem apelo. No livro, ele fica por conta de alguns momentos excitantes. O filme, no entanto, é frígido; apesar de se vender como uma história “ousada”, as cenas de sexo são chochas, sem nada da “picância” que torna o livro suportável. Leia a crítica na íntegra aqui.