Com formação “alternativa”, Queensrÿche encara problemas com o som no Monsters of Rock

Grupo de metal progressivo, dono do hit "Silent Lucidity", se apresentou com Geoff Tate nos vocais e outros músicos assumindo os instrumentos

Stella Rodrigues Publicado em 20/10/2013, às 18h17 - Atualizado em 27/10/2013, às 10h38

O Queensryche se apresentou com uma formação que conta apenas com um integrante original, o vocalista Geoff Tate

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A banda norte-americana que é ícone do metal progressivo Queensrÿche, que passou pelo Brasil ano passado com sua turnê comemorativa de 30 anos, retornou agora com outro título: Queensrÿche with Geoff Tate. Isso serve para diferenciar esta formação de outra, que também tem feito turnês. Brigas internas pelo nome do grupo acabaram na justiça e, até que tudo seja resolvido, as duas partes estão autorizadas a usar o nome com seus respectivos line-ups.

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A versão que veio ao Brasil conta com o vocalista original, mas apenas ele. Músicos convidados vindos de outras bandas de renome – como o baixista Rudy Sarzo, que já tocou com Quiet Riot, Ozzy Osbourne, Whitesnake, Blue Öyster Cult – completam o Queensrÿche que integrou o line-up do Monsters of Rock neste domingo, 20.

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Comercialmente mais bem-sucedido na década de 90, o grupo claramente tem muitos fãs no Brasil, a julgar pela amostra presente na Arena Anhembi debaixo de um sol que tostou a careca de Tate. Ainda assim, apenas com “Silent Lucidity”, o grande hit do grupo, um sucesso da MTV noventista, a comoção foi realmente bem notável. Antes de começar, o frontman comentou que vive ouvindo histórias de o quanto essa música significa na vida das pessoas e foi marcante em algum momento específico. “É engraçado como todos interpretamos uma letra da nossa maneira”, disse ele, convidando as pessoas a contarem a ele, posteriormente, no backstage, suas próprias histórias com “Silent Lucidity”.

Com faixas antigas, como “I Don't Believe in Love” e “Jet City Woman”, de seus discos mais conhecidos, Operation: Mindcrime e Empire, respectivamente. De trabalhos mais recentes, apenas “Cold” teve algum espaço.

Sol forte e áudio

O calor desta tarde, em São Paulo, foi um problema para quem queria curtir os shows. Não há sombras na Arena Anhembi, praticamente, e quem estava na porção dianteira da plateia sofreu com as altas temperaturas. A performance ainda foi atrapalhada pelo áudio ruim, que atrapalharam o começo do show – que atrasou 15 minutos, marcando o primeiro atraso significativo do festival, até agora.

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