Como chegar no timbre de guitarra distorcido usado por Syd Barrett, fundador do Pink Floyd

O músico é considerado um dos pioneiros do rock psicodélico

Redação Publicado em 09/07/2020, às 15h56

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Pink Floyd (Foto: Divulgação)

Syd Barrett, fundador do Pink Floyd, tocava guitarra solo e cantava na banda. Ele foi o responsável por batizar o grupo e compor a maioria das músicas. A habilidade dele no timbre de guitarra distorcido ficou eternizada na história.

Como relembra o Consequence of Sound, a afinidade do Pink Floyd com o experimentalismo na guitarra começou com Barrett, que revelou o poder do psych pesado, o rock de ruído e a liberação da guitarra elétrica.

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Nos anos 1960, o artista revelava um tom futurístico e saturado. Nas mãos ele tinha uma Fender Telecasters, que trabalham em conjunto com amplificadores britânicos quase decadentes. Ainda, com circuitos modernos e alguns pedais, o músico conseguir replicar tons incríveis e confusos.

Para o disco de estreia, The Piper at the Gates of Dawn, Barrett, como aponta o site, escolheu uma 1962 Fender Esquire. Para uma substituta moderna para a rara Esquire, você pode adquirir um Fender Telecaster de última geração ou um Squire Affinity Telecaster econômico serão suficientes.

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Nas gravações, o artista tinha ao lado o amplificador Selmer TruVoice Treble n’ Bass e o Watkins Dominator, bem como um Selmer Stereomaster em 1967. Essas raridades não são baratas no mercado, mas facilmente podem ser substituídas por um material da Balthazar Audio Systems.

Por último, o uso dos pedais são essenciais para criar uma distorção ao mesmo tempo, natual e confusa.


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