Como os integrantes do Slipknot imaginam o fim da banda?

Corey Taylor, Jim Root e Mick Thomson revelaram quais são os pensamentos deles sobre o futuro do grupo

Redação Publicado em 27/12/2019, às 13h56

None
Slipknot (Foto: Divulgação)

O vocalista Corey Taylor e os co-guitarristas Jim Root e Mick Thomson do Slipknot falaram sobre como eles imaginam o fim da banda em uma entrevista ao Louder Sound publicada nesta quinta, 26. 

Jim Root acredita que o Slipknot terminará como o Slayer: "Fico surpreso por tudo que já passamos. Três de nós já fizeram cirurgia no pescoço ou nas costas. Um dia isso vai acabar. É assim que eu gostaria: Sem turnê final, sem anúncio, sem drama. Nós simplesmente desapareceremos e nunca mais voltaremos, e as pessoas ficarão para sempre se perguntando se o Slipknotainda é alguma coisa."

+++ LEIA MAIS: Slipknot cancela show por falta de segurança e fãs queimam equipamento do Evanescence

Corey Taylor pensa que é provável que a banda continue com integrantes substitutos como o Kissfaz: "Isso [o fim do Slipknot] já passou pela minha cabeça com o passar dos anos, porque ficou mais difícil fazer isso. Você pensa sobre o fim. Ninguém pensou que faríamos isso 20 anos depois."

Ele continuou: "Se eu não pudesse mais fazer isso, eu simplesmente pararia, mas isso não significa que a banda pararia. Se eu não conseguir, alguém pode ficar no meu lugar. Já pensei nisso antes; se a pessoa certa aparecer e os caras gostarem, então eu vou embora. Não podemos enganar ninguém."

+++LEIA MAIS: Slipknot lançará músicas inéditas feitas 11 anos atrás porque só agora as "pessoas vão entendê-las"

Thomson prefere não pensar no fim do Slipknot: "Não penso no fim, porque isso, para mim, mostra que temos uma quantidade finita de tempo em que podemos fazer isso. Contanto que eu possa tocar, vou ficar rodando nos palcos e fazendo shows. Eu olho para o Metallicae o Iron Maiden e eles ainda estão fazendo isso. Por que não deveríamos fazer também?"

We Are Not Your Kind, 6º disco do Slipknot, foi lançado no começo de agosto, e, mesmo com as críticas, alcançou a 1ª posição no ranking de discos no Reino Unido. 


+++ CORUJA BC1: 'FAÇO MÚSICA PARA SER ATEMPORAL E MATAR A MINHA PRÓPRIA MORTE'