Considerado paramilitar, grupo faz protesto contra o STF com símbolos supremacistas

Cerca de 30 pessoas utilizaram símbolos da Ku Klux Klan para protestar contra o STF em Brasília

Redação Publicado em 01/06/2020, às 09h12

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Foto do protesto do grupo 300 do Brasil (Foto: Reprodução / Instagram / 300 do Brasil Oficial)

O grupo 300 do Brasil se reuniu no último sábado, 30, e protestou pelas ruas de Brasília contra o STF - Supremo Tribunal Federal. Os integrantes do movimento de extrema direita utilizaram tochas e máscaras para se manifestarem de forma semelhante ao grupo supremacista norte-americano Ku Klux Klan.

De acordo com a Carta Capital, o Ministério Público do Distrito Federal considera o grupo paramilitar, ou seja, uma organização de cidadãos com estrutura similar ao exército, que pode ser armada ou uniformizada, porém não faz parte de uma instituição militar.

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A manifestação liderada por Sara Winter tinha como alvo o ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre fake news contra a ativista bolsonarista.  

De acordo com o Terra, Sara foi acusada de cinco crimes, desde injúria a ameaça, depois de compartilhar um vídeo em que ataca Moraes e afirma que tem vontade de “trocar socos” com ele. 

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No Twitter, um usuário comparou o protesto brasileiro com as manifestações que ocorreram na cidade Charlottesville, nos Estados Unidos, em 2017. O grupo supremacista Unite the Right realizou uma manifestação após o anúncio da remoção da estátua de um general da Guerra Civil Americana que era a favor da escravidão. 

Contudo, ao contrário da manifestação norte-americana, o grupo 300 do Brasil juntou cerca de 30 pessoas, segundo uma postagem do Jornalistas Livres


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